A Forbes, escreve, “tornou-se um modelo das companhias de media da velha guarda que fazem tudo – tudo – para sobreviver”: alimenta “um estábulo de colaboradores gratuitos, chatos e semi-analfabetos, e que se promovem a si próprios”, e “é um bazar aberto para venda de espaço a falsos conteúdos”.
Wolff critica ainda o New York Times por estar a colaborar acriticamente no marketing da venda, agora anunciada, da Forbes, grupo de media conhecido por publicar listas dos mais ricos.
O anúncio desta decisão foi comunicado pelo CEO Mike Perlis num email enviado aos empregados. O negócio poderá valer 400 milhões de dólares mas a empresa tudo fará para encaixar 600 milhões. São conhecidas, no entanto, avaliações à volta de 200 milhões. Os interessados podem ser bilionários de várias zonas do mundo, desde a Rússia a Hong Kong.
Em 2004, a empresa recusou uma oferta de compra da Conde Nast pois os números não chegaram aos valores pretendidos. Desde o ano 2000 que a situação financeira do grupo Forbes tem vindo a deteriorar-se, muito por causa da migração da publicidade do impresso para o online.
Em 2006, vendeu uma posição minoritária ao Elevation Partners, empresa de capital de risco apoiado por Bono, líder dos U2. Wolff escreve que existem tensões entre os herdeiros das duas famílias que criaram a Forbes e novos investidores.

