A companhia aérea é a mais emblemática marca associada ao projeto, que conta também com o apoio de empresas como a Bunzl, Dasic, Crewlink e a Mabecan e com as portuguesas CreateInfor (sediada nas Caldas da Rainha), Egeo e Andaluga.
Nuno Taful, diretor desportivo e jogador do GroundLink Caldas Rugby disse ao Briefing que o objetivo do projeto é “mudar hábitos sedentários de algumas crianças e jovens, incentivando-as à prática desportiva. A taxa de obesidade em Portugal é preocupante. Introduzindo-os na prática de um desporto coletivo, como o é o râguebi, é objetivo do programa que os mais jovens cresçam a nível pessoal e coletivo para que entrem na vida adulta e de trabalho com dinamismo, criatividade e resiliência aos desafios. Pretendemos também implementar a cultura de trabalho Groundlink em ambiente amador, com as devidas adaptações”.
O projeto envolve um investimento de 80 mil euros, nesta fase suportados em 25 mil realizados pelas empresas patrocinadoras, e tem como missão dinamizar a prática de desporto na região Oeste e o desenvolvimento do râguebi em Portugal.
Porquê a região Oeste? Explica Taful: “O programa envolve a região Oeste, mas tem o seu centro nas Caldas da Rainha. Um dos fundadores da GroundLink, Francisco Bernardino, é natural da região. Foi praticante de desporto em mais novo e recorda-se da existência de falta de condições e opções para quem gostava de praticar um qualquer desporto coletivo na região. Quando a empresa decidiu que era altura de devolver algum do seu sucesso à sociedade, a escolha recaiu na região Oeste”.
A GroundLink é uma empresa de recrutamento, formação e handling. Opera em Portugal, Espanha, Reino Unido e Bélgica em 17 aeroportos. A nível europeu, é conhecida pela qualidade e especialização a nível do handling de limpezas As principais marcas patrocinadoras do projeto Groundlink Caldas Rugby / Rugby no Oeste trabalham com a Groundlink desde sempre.
“A eficiência da nossa empresa, PME Líder 2011 e 2012, é reconhecida pelas marcas o que se traduz, invariavelmente, no aumento de relações comerciais, mas também no aceitar de projetos que são lançados. Foi o caso do atual”, diz TafuL.
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