Esta é, diz Geada, uma academia de pessoas para pessoas, empresas e instituições, que liberta o seu lado criativo, tornando-as mais capazes de enfrentar problemas com técnicas de design thinking e creative problem solving.
O que se propõe é “desmistificar a criatividade, investigá-la, ensiná-la e usá-la para que todos também a usem para a resolução de todo o tipo de problemas, de forma a encontrar novos caminhos para uma sociedade humana mais feliz, realizada e em equilíbrio com o ambiente”.
Neste contexto, a The Creative Humanity oferece formação, “para crianças e adultos, em parceria com todos os tipos de instituições e com desenhos específicos que consideram as idiossincrasias de cada grupo de formandos, em masterclasses, cursos e workshops a privados e a empresas, presenciais e online”.
Oferece também consultoria e coaching, com enfoque “em humanizar organizações e processos, resolver problemas e potenciar recursos através da criatividade”. Bem como um laboratório de investigação e inovação, “com projetos próprios que misturam alunos, instituições e profissionais convidados para encontrar respostas para os grandes problemas humanos”. E finalmente creative pow hows, apresentados como “eventos próprios destinados a estimular o pensamento criativo, com pessoas criativas de todas as áreas, desde as artes às ciências, política, cultura, passando pelos artesãos e pequenos profissionais”.
João Geada tem um percurso profissional com paragens na Proximity Portugal, na Wunderman Espanha e na JWT Lisboa, mas também na Lalaland, de que foi fundador e que se fundiu com a Nutcase para dar origem à zémaria. Daí juntou-se em 2015 à TLC Marketing, como diretor criativo, de onde saiu entretanto.

