“O decréscimo em inscrições é, como sempre, um reflexo do que se passa na no sector como um todo que por sua vez é consequência direta do que se passa na nossa economia. De facto, 2013 foi o ponto máximo e cumulativo dos anos da crise económica em Portugal e dos anos de austeridade da Troika, em que consumidores e empresas foram mais afetados e penalizados”, começa por dizer, em declarações ao Briefing.
O ceo da MOP não tem dúvidas de que este contexto “teve impacto proporcional nos investimentos em media e na capacidade de risco tomado pelos anunciantes que, infelizmente, afetou o incentivo geral à criatividade no sector”.
Contudo, Vasco Perestrelo prefere olhar para a frente: “Mais do que uma má noticia, penso que este ano será o também o ano de viragem. Tudo aponta para que 2014 já seja um ano alteração de tendência na economia e, como tal, mais uma vez, mas agora em sentido contrário, o sector “criativo” também será ‘afetado’ e assim poderemos voltar a crescer nas inscrições no ano que vem (que refletem no ano de 2014)”.


