O Vasco acredita na colheita de 2014

Este ano, há menos trabalhos portugueses no festival de criatividade Cannes Lions. Vasco Perestrelo, o representante nacional do festival, acredita que se trata de uma consequência direta do que se passa na economia nacional. Mas acredita também que 2014 é um ano de viragem e que disso os criativos nacionais farão prova na próxima edição.

“O decréscimo em inscrições é, como sempre, um reflexo do que se passa na no sector como um todo que por sua vez é consequência direta do que se passa na nossa economia. De facto, 2013 foi o ponto máximo e cumulativo dos anos da crise económica em Portugal e dos anos de austeridade da Troika, em que consumidores e empresas foram mais afetados e penalizados”, começa por dizer, em declarações ao Briefing.

O ceo da MOP não tem dúvidas de que este contexto “teve impacto proporcional nos investimentos em media e na capacidade de risco tomado pelos anunciantes que, infelizmente, afetou o incentivo geral à criatividade no sector”.

Contudo, Vasco Perestrelo prefere olhar para a frente: “Mais do que uma má noticia, penso que este ano será o também o ano de viragem. Tudo aponta para que 2014 já seja um ano alteração de tendência na economia e, como tal, mais uma vez, mas agora em sentido contrário, o sector “criativo” também será ‘afetado’ e assim poderemos voltar a crescer nas inscrições no ano que vem (que refletem no ano de 2014)”.

fs@briefing.pt

Quinta-feira, 05 Junho 2014 10:46


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