Qualquer editor e criador de conteúdos online pode submeter-se ao Flattr Plus, desde grandes grupos noticiosos, a youtubers e podcasters. E apenas aqueles que fizerem parte da whitelist serão monetariamente compensados, sendo que 10% do dinheiro das subscrições será entregue ao Adblock Plus e à Flattr, criada pelo cofundador do Pirate Bay, Peter Sunde.
O Flattr Plus irá seguir a atividade de navegação dos utilizadores e distribuir o dinheiro com base no engagement criado. O total monetário angariado será posteriormente distribuído entre os criadores dos artigos lidos, vistos e/ou ouvidos pelos utilizadores. De referir, que não existe um valor mínimo e máximo de doações.
A equipa está a testar um algoritmo que permita enviar as doações aos criadores que, efetivamente, estabeleceram maior engagement com os cibernautas. Por isso, por agora, ainda não existe uma garantia de que o dinheiro será entregue aos sites de conteúdos mais visitados por cada utilizador.
Till Faida, CEO da Eyeo (empresa detentora do Adblock Plus), espera que, em média, cada utilizador pague 5 dólares mensais. O objetivo é atingir os 10 milhões de utilizadores, compensando os criadores de conteúdos com um total de 50 milhões de dólares.
O Flattr Plus é, assim, semelhante à lista “Anúncios Aceitáveis” do Adblock Plus, que exige que os anunciantes paguem para que os seus anúncios sejam vistos. A companhias como a Google e a Amazon é cobrada uma percentagem de 30% do total de receitas geradas pelos anúncios integrados na whitelist.


