Este foi um festival em que a Partners ganhou o prémio de agência global do ano e melhor agência em publicidade, em ativação e eventos e em projetos integrados. Foram 32 prémios no total para – frisa Tomás – clientes tão diferentes como a EDP, o MEO, a revista Sábado, a Mitsubishi, o ACP, o MEO Sudoeste e a Sport TV. “Clientes que gostam, como nós, de fazer diferente”, sustenta.
Ser agência do ano é o “reconhecimento” de ser a melhor agência criativa de Portugal, o que já aconteceu por quatro vezes nos 12 anos do CCP. “Essa consistência é que é difícil conseguir e a Partners tem conseguido”, afirma Tomás Froes, sublinhando que este é o festival de criatividade mais exigente existente em Portugal, aquele que reúne os jurados mais exigentes, mais criativos, com mais critério. “Por isso, ganhar aqui é ser o campeão nacional”.
Aproveita, aliás, para deixar uma palavra à organização: “Parabéns! Conseguiram organizar um festival que foi para além do festival, um festival com oradores muito, muito bons, um festival com temas atuais e inspiradores e, principalmente, um festival que ‘saiu da caixa’ da indústria criativa e foi para rua”.
Depois do CCP, da Partners podem esperar-se “mais prémios”, agora nos festivais internacionais que se aproximam. Podem esperar-se novos clientes, que Tomás promete comunicar brevemente. E “ideias ainda mais criativas que marquem a indústria”.


