Recorde-se que, já no ano passado, a “Egoísta” registou uma performance semelhante nos mesmos Prémios, com um número idêntico de distinções.
Os Papies são instituídos, regularmente, desde há 20 anos. É um concurso que cresceu a premiar e a reconhecer a mestria e a qualidade de execução de trabalhos gráficos.
Por seu lado, a “Egoísta”, já no seu 11º ano de publicação consecutiva, é um projecto da Estoril Sol, que se tornou uma referência cultural, distinguida já com diversos prémios nacionais e internacionais.
“Revista temática de periodicidade trimestral, a qualidade da “Egoísta” ganhou rapidamente dimensão internacional. O seu palmarés envolve cerca de meia centena de prémios, atribuídos em Portugal e no estrangeiro”, sublinha em comunicado a publicação.
Patrícia Reis, a editora que viveu o projecto “Egoísta” desde a sua génese, enfatiza que “numa era tecnológica em que as redes sociais parecem dominar, é bom e salutar que possamos fazer a apologia do papel, da escrita na página, incentivando à leitura e à imaginação”.
Fonte: Estoril Sol

