Rock in Rio – Lisboa, um mundo de marcas

 

Rock in Rio – Lisboa, um mundo de marcas
Muito trabalho e planeamento são as principais ferramentas para a organização do Rock in Rio (RiR), na perspetiva da vice-presidente executiva do evento, Roberta Medina. A ser preparada há dois anos, a edição deste ano em Portugal conta com o apoio de diversas insígnias que, para Roberta Medina, são mais do que parceiros: “As marcas são mais do que parceiros. São incríveis. Tentam sempre surpreender-nos. Não se ficam só por dar a marca, arranjam atividades e novas ideias. Se repararem toda a gente tem uma na mão”.

Com um investimento de cerca de 25 milhões de euros, esta edição do Rock in Rio em Portugal acontece depois do evento ter regressado à sua cidade berço no ano anterior – o Rio de Janeiro. “O Rock in Rio acabou por amadurecer em Portugal. O evento que decorreu o ano passado no Brasil já contou com muita da aprendizagem das edições de Portugal”, explica a vice-presidente executiva. “O nosso objetivo é que cada edição seja cada vez melhor”, refere.

Ao Briefing, Roberta Medina explicou que apesar da conjuntura de crise que se vive em Portugal, o evento está a ter uma boa adesão, sendo o objetivo da organização de pelo menos igualar o número da venda de bilhetes da última edição, mas se forem ultrapassados melhor.

O Rock in Rio regressou no último fim-de-semana de maio a Portugal, recebendo cerca de 125 mil pessoas.

Comunicar o Rock in Rio – Lisboa

Tratar da comunicação de um evento com tamanhas proporções “é uma tarefa de grande responsabilidade e seriedade mas sem dúvida muito gratificante”, confessa ao Briefing Agatha Arêas, diretora de marketing do Rock in Rio-Lisboa. “Uma marca como o Rock in Rio reverbera numa potência avassaladora. E temos que estar atentos para utilizar essa força de comunicação a favor da marca, das suas causas, dos seus parceiros e do público”, acrescenta. 

Comunicar com qualidade e eficácia são os principais cuidados que a equipa de comunicação tem para que no final consigam atingir os objetivos: “Beleza na finalização e eficácia na mensagem”. Cuidados esses que são tidos em conta assim que a organização dá encerrada uma ediRock in Rio – Lisboa, um mundo de marcasção e começa, desde logo, a pensar na linha gráfica da próxima. Até porque, como refere a diretora de marketing, o facto de o evento se ter tornado global leva a que o Rock in Rio passe a acontecer de ano a ano, ainda que em mercados diferentes. “O nosso objetivo é manter uma unidade de comunicação entre todos os mercado”, justifica.

Mas a comunicação do evento não se fica apenas antes de este começar. Durante o acontecimento, a mensagem comunicacional do RiR passa pela “festa, pelo otimismo, pela responsabilidade social”. Como a crise parece abalar os portugueses, a organização de comunicação decidiu dar destaque ao facto de este ser “o melhor Rock in Rio que Portugal já viu”, desde o cartaz, à produção (com novidades como a Rock Street e o Street Dance), passando pela própria dimensão. “ Mesmo em tempos de contenção de custos, investimos ainda mais e entregamos a Cidade do Rock mais bonita de todas as edições, assim como construímos o cartaz mais forte da história do projeto em Portuga”, salienta Agatha Arêas.

Para que tudo corra em pleno, a equipa de comunicação do RiR encontra-se estruturada de forma a que nada falhe, contando com uma diretora de marketing, um coordenador de comunicação, assistente de comunicação, gestor de marketing online, designer gráfico-web designer e produtor de áudio e vídeo, abrangendo, assim, todas as áreas da comunicação. Para além disso, duas semanas antes do início do evento e durante o mesmo, a equipa conta com dez voluntários e dois fotógrafos.

Ana Duarte
Catarina Caldeira Baguinho

Fonte: Briefing

 

 

Terça-feira, 29 Maio 2012 11:05


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