As startups unicórnio, explica Tim McSweeney, caracterizam-se pelo crescimento rápido, proporcionado pelo investimento de ventures, não dão lucro e a ideia é que o negócio cresça primeiro e ganhe share de mercado, antes de se concentrar em gerar receita. As startups barata, por outro lado, são negócios que se constroem de forma lenta e firme desde o início, estão atentos às receitas e lucros, e têm atenção aos gastos para que possam salvaguardar-se em caso de crise.
“Pelo lado do investimento, trata-se da minimização do risco. Trata-se de encontrar uma empresa que consiga sobreviver a uma guerra nuclear, que volte para lutar mais um dia e faça algo diferente – tem de ter a equipa e base de consumidores certas”, refere Tim McSweeney.
O profissional acrescenta que as startups unicórnio poderão chegar ao fim em breve, pois as próprias capital ventures estão a ficar sem capacidade monetária para investir nesse tipo de negócio.


