Estação do ano preferida
Sem dúvida, o verão. Os dias mais longos, sol, praia e o calor que nos faz querer sair e aproveitar o dia ao máximo. São ingredientes que, no meu caso, trazem uma energia extra.
Um recanto na capital
Vivi grande parte da minha vida na Estrela e em Campo de Ourique, pelo que será sempre um bairro da cidade em que me revejo. Sempre que visito fico nostálgico pelas memórias espetaculares que tenho. Contudo, há já alguns anos, mudei-me para a zona de Carcavelos, onde encontrei outro estilo de vida. Foi aqui que constitui família e onde nasceram as minhas filhas. Mais tranquilo sem perder a dinâmica e, claro, com o mar ao lado para podermos disfrutar.
Cidade onde moraria
Sou um fã incondicional do nosso País e de Lisboa, que foi a cidade onde nasci e cresci. Também sou mais cosmopolita, por isso a alternativa seria o Porto. Se tivesse de sair, há variadíssimas cidades em que gostaria de morar, mas por temporadas pequenas. Alguns exemplos seriam Nova Iorque, pela experiência de viver a loucura diária desta cidade; Londres, porque gosto da dinâmica (menos o tempo); Madrid, pela alegria e estilo de vida, e Singapura, por pura curiosidade.
Carimbo que falta no passaporte
Na lista de preferências está a Austrália e Nova Zelândia. Serão destinos a conhecer qualquer dia. Outra aventura a realizar quando estiver reformado será a Route 66, de Harley Davidson, certamente é uma influência de vários filmes já vistos, mas porque não fazer esta aventura com um grupo de amigos?
Se tivesse um superpoder seria…
Controlar o tempo. Cada vez mais sentimos que o tempo não chega, seja a nível profissional, que nos parece fugir e que tudo é para ontem, mas também pessoal, em que adoraríamos prolongar vários momentos da nossa vida. Não seria para ser eterno, mas agora que sou pai adoraria poder prolongar durante mais algum tempo este período com as minhas filhas ainda pequenas.
A música do dia a dia…
Adoro música e gosto de vários estilos, embora tenha a noção de que as minhas preferências pararam na minha adolescência e o rock dos anos 80 e 90 tornou-se imbatível. Consigo gostar e incluir nas minhas playlists vários artistas novos, mas continuo também a incluir sons de bandas antigas que resgatei, como Queen ou Pearl Jam. Não sei porquê, mas na altura não me diziam nada e hoje ouço e adoro.
Gastronomia de eleição
A gastronomia portuguesa é a minha preferida. Tenho de confessar que devo ter sido norte-americano numa outra vida e que sou louco por fast food, mas, consciente da parte saudável da coisa, tenho de fazer um esforço enorme para não estar sempre a comer. Sim, sou fã da marca dos arcos amarelos. Mas, para avaliar em termos gastronómicos, a comida portuguesa é absolutamente espetacular. Tenho raízes açorianas e alentejanas, o que me deu desde logo muito boas referências, mas é boa em todo o País. Desde as mil e uma maneiras do bacalhau, do peixe grelhado ao arroz de pato e passando pelas inúmeras opções de petiscos e doces.
Bebida preferida
Água seria o que o meu médico gostaria de ouvir. No entanto, uma cerveja estupidamente fresca, um bom vinho (tinto de preferência) são ingredientes chave para um bom momento. Ultimamente tenho-me rendido ao gin, verdade seja dita. Se, durante algum tempo renunciava, porque não gostava, agora sabe-me bem de vez em quando.
Frase inspiradora
“O que é de mais é como o que é de menos”. Pode ter os seus direitos de autor, mas de quem a ouvi e a quem pedi emprestada foi ao meu pai. No fundo, é uma forma simples de apelar ao equilíbrio e tudo na vida deve ser equilibrado. As minhas experiências de ouvir esta frase em 95% dos casos eram quando estava a chatear o meu pai, mas, depois de a “roubar”, percebi que já a apliquei e continuo a aplicar nas mais variadas situações.
O filme de sempre
Gosto muito de cinema e é-me difícil escolher um filme favorito. Há um que me marcou muito e que vi vezes sem conta – “The Never Ending Story” – baseado na história escrita por Michael Ende. Um filme de fantasia com a mensagem de que os tempos modernos estavam a condicionar a capacidade de imaginarmos e fantasiarmos. Num momento diferente, “O Clube dos Poetas Mortos” também teve a sua marca no meu crescimento cinéfilo. Hoje sou mais entendido em filmes de animação, mas que adoro. “Monsters, Inc.” e o “Inside Out” têm ideias geniais.
Gostava de aprender…
A tocar guitarra e a surfar. O primeiro não parto do zero, aprendi em tempos os acordes base, que já permitem tocar algumas músicas e quase retomei durante a pandemia. Mas continua na lista dos meus to-dos. Até porque gosto de cantar e ajuda saber tocar um instrumento. Para o surf, o esforço já tem de ser de raiz. Poderia dizer que ter feito e fazer de vez em quando bodyboard ajudaria, mas não tem nada a ver. Falta o passo de mudar de prancha e deslizar de pé nas ondas.
Tornei-me marketeer porque…
Foi uma área que sempre me fascinou, no início muito influenciado pela publicidade das grandes marcas, mas foi durante a licenciatura em Gestão que decidi que era esta a área que queria seguir. Todo o trabalho envolvido no objetivo de satisfazer uma necessidade e de demonstrar porque determinado produto ou serviço é a melhor solução, simplesmente disse que era isto que queria experimentar. Tive a sorte de começar logo na área de marketing e continuo a adorar o que faço. É uma área em constante evolução e que nos desafia diariamente.
Se não fosse marketeer seria…
Adorava ter sido um rock star. Falta o talento, mas gosto muito de cantar. Muito recentemente vi uma janela de oportunidade para satisfazer este sonho e dei dois concertos com uma banda. Foi toda uma experiência, desde os ensaios aos concertos e deu para sentir um bocadinho da adrenalina que deve sentir uma banda num concerto em grande escala. Foi absolutamente espetacular, a sensação de ter as pessoas a cantar connosco e a divertirem-se. Se é para repetir, logo se verá, mas que foi uma experiência que nunca irei esquecer, isso foi.
Campanha que gostaria de ter assinado
Diria a campanha da Nike “Can’t stop us”. A marca faz um esforço constante em ativar a nossa vontade de fazer desporto e com a pandemia houve uma quebra imensa de praticantes de várias modalidades. A mensagem e vídeos desta campanha estão extraordinários e como me relaciono por gostar de fazer desporto, destaco esta.
A estratégia de marketing perfeita é…
A que consegue superar as expetativas. Conseguimos sempre fazer uma estimativa de como será a reação e quais serão os resultados, mas só depois da ativação e do progresso se consegue medir os indicadores reais. É espetacular assistir ao desenvolver de algumas campanhas que excedem completamente todos os prognósticos e superam-se com um engagement do seu target inesperado. As perfeitas ficam na memória.
A marca de sempre
Sporting Clube de Portugal, não dá para fugir. Não sou fanático, mas adepto desde sempre.


