O estudo analisou a atividade no Twitter dos países que integram a ONU e concluiu que só as contas @AntiguaBarbuda, @Barbados, @GreatBritain, @Israel, @Lithuania, @Maldives, @SouthAfrica, @Spain e @Sweden são geridas por entidades oficiais. Há mais dois países presentes na rede – Irlanda e Nova Zelândia, mas as contas são geridas por grupos de cidadãos. Em comum, estas nove contas têm o facto de se apresentarem com a designação dos países em língua inglesa, e não nom idioma nativo.
A conta @Grã-Bretanha resulta da campanha “Britain is Great”, lançada em março de 2012, com o propósito de destacar tudo o que o Reino Unido tem de melhor. Tinha, no início de novembro, pouco mais de quatro mil seguidores.
E tal como esta, as contas de Espanha, das Maldivas, dos Barbados e da África do Sul servem para promover os respetivos países como destinos turísticos.
Não é o que acontece com a conta @Israel, que é o canal oficial do país no Twitter, sendo administrada pela equipa digital de diplomacia do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Este perfil conta com o maior número de seguidores entre as contas nacionais no Twitter, com mais de 66 mil.
O Governo sueco disponibilizou a sua conta de Twitter à população. A conta @Suécia tem mais de 65 mil seguidores e é gerida pelo projeto Curadores da Suécia, lançado em dezembro de 2011, tendo sido mais tarde reproduzido com sucesso pela Irlanda e NovaZelândia.
O estudo conclui ainda que três em cada cinco países têm as suas contas protegidas, paradas, inativas ou suspensas, e quase metade das restantes 71 contas que continuam ativas estão a twittar com base em feeds de notícias automáticos sobre os respetivos países.
Fonte: Lift

