Um coletivo sem sede física, funcionários e objetivos de faturação?

Há um novo operador no sector da comunicação em Portugal. Chama-se Tom And Jelly, apresenta-se como um coletivo que se dedica à produção de conceitos e ideias visuais em múltiplas plataformas e não pretende ter sede física, funcionários nem objetivos de faturação. 

A Tom And Jelly nasce da vontade de António Aleixo, Mário Guilherme e Pedro Filipe-Santos, que se conheceram em 2014 num projecto para a MTV produzido pela Briskman, onde Pedro é sócio e produtor executivo. “Juntos perceberam que, embora fossem todos criativos, a especialidade de cada um permitia completarem-se e desenvolverem projetos em colaboração, sem sobreposição de talentos”.

A Tom And Jelly não pretende ter sede física, nem funcionários, nem objetivos de faturação. É que os três sócios, todos eles envolvidos profissionalmente também com outros projetos, assumem a Tom And Jelly como um espaço de criação, não subjugado a questões orçamentais e onde poderão escolher os projetos nos quais investir o seu tempo e know-how, sejam estes briefings de clientes ou projetos mais autorais.

A ideia é que cada projeto tenha uma linguagem própria e uma equipa de colaboração criativa que a interprete. “Daí que “Tom” represente a equipa escalonada e “Jelly” o elemento plástico, gelatinoso e mútavel no qual nos transformamos para adereçar as necessidades de cada obra”.

Isto significa também que a Tom And Jelly, enquanto coletivo, é uma entidade aberta ao exterior e à colaboração de outros criativos, projeto a projeto, sejam eles realizadores, produtores, fotógrafos, criativos, designers, artistas plásticos, músicos, sonoplastas, atores, artistas plásticos, etc.

briefing@briefing.pt

 

Terça-feira, 29 Março 2016 11:21


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