MIMO celebra dez anos de presença em Portugal e anuncia chegada a Guimarães

No momento em que Guimarães é Capital Verde Europeia e em que o MIMO assinala uma década de presença em Portugal, o festival chega ao berço da nação e, logo no início do verão, promete uma edição especial, à medida, com uma programação irresistível, abrangente… e de acesso gratuito — ou não fosse a acessibilidade uma das marcas do MIMO.

Durante o MIMO Guimarães há cultura em toda a cidade: nas ruas, nos parques, nas igrejas e em vários espaços icónicos do seu património edificado. Nesta primeira edição, o festival sobre à colina e instala o palco principal no Campo de São Mamede. Mas a festa chega também ao Paço dos Duques de Bragança, à Igreja de São Domingos, à Igreja de São Francisco, à Igreja da Oliveira, ao Largo Condessa do Juncal, ao Largo de S. Tiago, ao Largo Cónego José Maria Gomes e ao Museu de Alberto Sampaio, onde tudo vai estar a postos para acolher os habitantes da cidade, de todas as idades e de todos os gostos… e quem escolher visitar a cidade por esses dias.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, deixa algumas pistas sobre o que motivou a cidade a acolher o MIMO:  “Guimarães conquistou o MIMO e isso é, para todos nós, a afirmação de Guimarães como cidade capaz de disputar, atrair e realizar grandes eventos de dimensão internacional. No ano em que o MIMO assinala uma década de presença em Portugal, é profundamente simbólico que este festival chegue ao berço da nação e a uma cidade Património Mundial, onde a história, a cultura, o talento e a identidade coletiva se cruzam todos os dias com mais ambição de futuro.

Este é um momento importante para os Vimaranenses e para todo o território. Receber o MIMO significa reforçar a nossa oferta cultural de excelência, abrir Guimarães ao mundo e trazer até nós milhares de visitantes, artistas, agentes culturais e públicos de diferentes geografias. Mas significa também gerar valor concreto para a nossa economia local, para o comércio tradicional, para a restauração, para a hotelaria, para o turismo e para todos aqueles que fazem da cidade um espaço que queremos cada vez mais vivo, acolhedor e dinâmico.

Queremos que o MIMO seja vivido por Guimarães inteira. Queremos que seja um festival das pessoas, da cidade, das freguesias, dos comerciantes, dos empresários, dos criadores e das instituições. Esta é uma aposta na cultura, mas é também uma aposta no desenvolvimento, na projeção externa e na confiança no futuro. Guimarães tem história para receber o mundo e tem também ambição para continuar a conquistar o seu lugar entre os grandes destinos culturais da Europa”.

Complementando estas ideias, Lu Araújo, fundadora e diretora do MIMO, realça: “…estamos a trabalhar a um ritmo imparável, em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Guimarães, para desenhar um evento que vai encher de orgulho quem cá nasceu e escolheu viver… e atrair milhares de pessoas à cidade que, mais do que vir para os concertos, o cinema ou as palestras, vêm viver Guimarães através dos olhos do MIMO — e sentir que a cidade é a grande protagonista desta edição — viva, aberta e em diálogo com o mundo.”

O cartaz completo e o detalhe das dezenas de iniciativas que dão forma ao MIMO Guimarães 2026 começam agora a ser divulgados… num ano em que Guimarães assinala também 25 anos da classificação do seu Centro Histórico como Património Mundial pela UNESCO. Para já, importa salientar que o MIMO coloca esta cidade nortenha na rota de outras cidades icónicas dos dois lados do Atlântico, onde o festival vem acontecendo ao longo de mais de duas décadas, como Olinda, Ouro Preto, Paraty, Rio de Janeiro ou São Paulo, no Brasil — muitas delas reconhecidas como Património Mundial —, e Amarante e Porto, em Portugal.

Terça-feira, 05 Maio 2026 17:33


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