No coração da Baixa de Lisboa, o Z Terrace afirma-se como um dos novos destinos incontornáveis para aproveitar os finais de tarde e noites de verão. Como uma extensão natural do restaurante Luzzi, este rooftop sob o céu azul de Lisboa combina uma atmosfera descontraída, cosmopolita e multicultural, com uma carta de cocktails de assinatura, petiscos para partilhar e uma programação musical cuidadosamente curada.
Com vista privilegiada sobre o emblemático Arco da Rua Augusta, o Z Terrace ganha vida ao final do dia e prolonga-se pela noite, oferecendo uma experiência onde música, gastronomia, design e diferentes ritmos e culturas se encontram num ambiente repleto de personalidade.
A programação foi reforçada no próximo 22 de maio com as Backbeat Sessions, uma noite conduzida pelo DJ Ellegant, entre as 18h00 e as 23h00, ao som de R&B, hip-hop, soul e outras sonoridades ecléticas. A partir desta data, as sextas-feiras passam a ser marcadas por uma seleção musical que funde funk, disco, R&B, soul e groovy house, numa atmosfera descontraída e vibrante que dá o mote para o fim de semana.
Aos sábados, o Z Terrace recebe as noites Ethnia, um conceito que celebra a diversidade cultural através do som e da imagem, com uma fusão de afro-house, deep soul e world grooves, sempre entre as 18h00 e as 23h00.
Além destas noites temáticas, o rooftop conta com diferentes DJ sets de quarta-feira a sábado, consolidando-se como um ponto de encontro para lisboetas e visitantes que procuram boa música, cocktails criativos e uma das vistas mais privilegiadas da cidade.
Design com assinatura internacional
Tanto o Luzzi como o Z Terrace refletem uma fusão de referências globais, traduzida num projeto de arquitetura e interiores assinado pelo aclamado Studio Urquiola, liderado pela arquiteta e designer espanhola Patricia Urquiola, uma das figuras mais influentes do design contemporâneo.
Neste espaço, nada é meramente decorativo: cada elemento transporta significado. O amarelo evoca as ligações africanas e a energia solar do sul; os verdes e azuis remetem para o Atlântico e para a relação constante com o mar; e os tons de terracota e barro estabelecem uma ligação à terra, à arquitetura tradicional e às rotas do Oriente. Materiais portugueses como o calcário lioz, a cortiça, os azulejos reinterpretados, madeiras e cerâmicas locais dialogam com referências internacionais, criando uma estética simultaneamente local e universal.

