Dos inquiridos, 86% afirmam ter recorrido ao marketing de influência em 2017 e, desses, 92% garantem que é uma estratégia eficaz. Por isso, 39% dos marketers revelam que vão aumentar o orçamento para este tipo de estratégia no próximo ano: a maioria espera gastar entre 25 mil a 50 mil dólares.
O maior desafio neste tipo de estratégia – dizem – é medir o sucesso das campanhas. Para 76% dos profissionais que fizeram parte do estudo, o ROI representa o desafio número um, para 42% são os algoritmos das redes sociais.
Para 2018, as “grandes tendências” esperadas são a criação de estratégias integradas onde as marcas se associam a influenciadores para criar conteúdos juntamente com os seus criativos internos, a criação de marcas próprias por parte dos influenciadores e o uso de influenciadores, pelas marcas, apenas para impulsionar uma campanha específica.
Segundo o relatório da plataforma Linqia, no próximo ano, 52% dos marketers querem chegar a diferentes tipos de influenciadores, 44% preveem usar conteúdos dos influenciadores para melhorar o desempenho de outros canais digitais e 35% têm planos para integrar conteúdos dos influenciadores com o e-commerce.
O Instagram vai continuar a ser a plataforma preferencial para este tipo de marketing: 92% dos inquiridos refere a plataforma como “a mais importante”, seguida do Facebook e dos blogues. O Snapchat está a perder a atenção dos profissionais da área.


