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	<title>Arquivo de entrevistas - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 11:50:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de entrevistas - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Galp: Os eventos passam, as ligações ficam</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/galp-os-eventos-passam-as-ligacoes-ficam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca? Luísa Motta &#124; À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Luísa Motta |</strong> À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo de ligação não são os eventos, são as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Galp procura estar presente nos momentos que têm significado para diferentes comunidades e que fazem parte da vida dos portugueses. A música, o desporto, as festas regionais ou os grandes eventos nacionais representam diferentes expressões da mesma cultura e permitem-nos construir uma relação próxima com públicos distintos, sem perder consistência na forma como a marca se apresenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que selecionar patrocínios, procuramos selecionar contextos onde a marca possa ser relevante, criar experiências positivas e reforçar atributos como proximidade, confiança e energia. Procuramos construir uma marca próxima das pessoas, acompanhando-as em diferentes contextos, geografias e momentos de celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa estratégia passa por construir uma marca que faz parte da vida das pessoas, e não apenas da sua decisão de compra.</span></p>
<p><b>Como é que essa visão se traduz na prática?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As marcas mais fortes são aquelas que conseguem criar ligações que perduram na memória das pessoas. Isso não se constrói apenas através da publicidade; constrói-se estando presente em momentos de celebração, emoção, partilha e identidade coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso traduz-se numa presença equilibrada em diferentes territórios, desde os grandes festivais de música aos eventos desportivos ou às festas regionais. Cada um destes momentos permite-nos contactar públicos diferentes, em contextos distintos, mas sempre com o mesmo objetivo: aproximar a Galp das pessoas através de experiências que acrescentem valor e reforcem a ligação emocional à marca.</span></p>
<p><b>Porque é importante equilibrar a presença em grandes eventos nacionais com iniciativas de forte expressão regional?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque uma marca nacional constrói-se em múltiplas escalas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma marca nacional não se constrói apenas nos grandes centros urbanos nem apenas através dos maiores eventos mediáticos. Constrói-se estando presente onde as pessoas vivem, trabalham, celebram e criam memórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os grandes eventos dão notoriedade e escala. Os eventos regionais acrescentam proximidade, autenticidade e uma relação muito mais próxima com as comunidades locais. Gostamos de dizer que os grandes eventos dão escala à marca e os eventos regionais dão-lhe profundidade. São dimensões complementares da mesma estratégia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a Galp, estar presente no NOS Alive ou</span> <span style="font-weight: 400;">na Seleção Nacional é tão importante como marcar presença na Feira de São Mateus, na Ovibeja ou na FATACIL. Cada um destes momentos aproxima-nos de públicos diferentes, em contextos distintos, mas todos contribuem para o mesmo objetivo: construir uma marca próxima, relevante e verdadeiramente nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, não procuramos estar apenas onde há mais pessoas. Procuramos estar onde conseguimos criar ligações mais significativas com elas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É precisamente este equilíbrio que permite à Galp construir uma marca simultaneamente relevante à escala nacional e próxima das diferentes comunidades que compõem o País.</span></p>
<p><b>A parceria com a Seleção Nacional já dura há cerca de três décadas. O que explica a longevidade desta relação e que impacto tem tido na construção da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A longevidade desta parceria demonstra que procuramos construir relações de longo prazo e não apenas aproveitar oportunidades de visibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Seleção Nacional representa valores que continuam muito atuais: união, superação, ambição e orgulho coletivo. São momentos em que milhões de portugueses vivem a mesma emoção, independentemente da idade, da região ou da sua realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar ao lado da Seleção durante quase três décadas permitiu à Galp acompanhar várias gerações de portugueses e fazer parte de algumas das suas memórias mais marcantes. Esse tipo de consistência é muito difícil de construir através de ações pontuais e tem um contributo importante para a confiança e para a solidez da marca.</span></p>
<p><b>Num contexto em que os consumidores valorizam cada vez mais autenticidade, como é que a Galp procura garantir que a sua presença nos eventos vai além da simples visibilidade?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atenção é um recurso escasso. As pessoas esperam mais das marcas do que um logótipo num palco ou numa camisola. Esperam que acrescentem valor à experiência e que a sua presença tenha um propósito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, procuramos desenhar experiências que acrescentem valor ao evento e às pessoas que nele participam. Queremos que a marca seja recordada pelo que proporcionou e não apenas pelo logótipo que estava presente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa pensar cada ativação em função do contexto, das necessidades do público e da experiência que queremos criar. A autenticidade nasce precisamente dessa coerência entre aquilo que a marca representa e a forma como escolhe participar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando uma marca consegue contribuir positivamente para a experiência das pessoas, deixa de ser apenas patrocinadora e passa a fazer parte da história desse momento.</span></p>
<p><b>A Galp tem vindo a transformar-se para responder aos desafios da transição energética. Como é que essa evolução também se reflete na forma como a marca se apresenta junto das comunidades?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transformação da Galp não acontece apenas ao nível do negócio. Reflete-se também na forma como a marca se relaciona com a sociedade e com as comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje procuramos criar experiências que aproximem as pessoas dos temas da inovação, da mobilidade e da transição energética de uma forma mais concreta e acessível. Acreditamos que as marcas têm também um papel de aproximar a tecnologia das pessoas e de inspirar as novas gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom exemplo é a nossa presença este ano no NOS Alive, onde, em parceria com o Instituto Superior Técnico, vamos dar palco a protótipos desenvolvidos por estudantes, incluindo uma mota elétrica de competição e uma embarcação que combina tecnologias como hidrogénio, energia solar e navegação autónoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que expor tecnologia, queremos dar visibilidade ao talento, à investigação e à colaboração entre a academia e a indústria. É uma forma de mostrar que a inovação se constrói em parceria e que a transição energética não é um conceito abstrato: é algo que já está a ser desenvolvido por jovens que serão os engenheiros e líderes de amanhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta visão que procuramos levar para as comunidades. Uma marca que não comunica apenas o futuro, mas que ajuda a aproximar as pessoas dele, criando oportunidades para conhecer, experimentar e participar nessa transformação.</span></p>
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		<title>Mais do que um torneio, uma marca viva</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/mais-do-que-um-torneio-uma-marca-viva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; Este ano, o Millennium Estoril Open regressa ao ATP 250 e realiza-se pela primeira vez em julho. O que é que estas novidades representam para o posicionamento e que oportunidades podem trazer? João Stilwell Zilhão &#124; Evidentemente, estamos felizes com o regresso à categoria ATP 250, onde sempre estivemos até 2024. Ao mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | Este ano, o Millennium Estoril Open regressa ao ATP 250 e realiza-se pela primeira vez em julho. O que é que estas novidades representam para o posicionamento e que oportunidades podem trazer?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>João Stilwell Zilhão |</strong> Evidentemente, estamos felizes com o regresso à categoria ATP 250, onde sempre estivemos até 2024. Ao mesmo tempo, a mudança para julho representa uma oportunidade única para reforçar a componente internacional do evento. Estamos a falar de uma altura do ano em que Portugal recebe milhares de turistas, muitos deles com elevado poder de compra e afinidade com o ténis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta nova janela permite-nos potenciar a projeção internacional do torneio, aumentar o impacto económico para Portugal – muito diretamente na região do Estoril e de Cascais – e criar novas oportunidades para os nossos parceiros. Além disso, julho oferece as condições ideais para transformar o Millennium Estoril Open numa experiência ainda mais abrangente, onde o desporto, o lifestyle, a gastronomia e o entretenimento convivem de forma natural. Será também um magnífico evento de verão para as famílias e crianças, que terão uma zona de Fun Center dedicada a elas. Como diz a nossa campanha: “Emoção e Verão: it’s a match”</span></p>
<p><b>De acordo com a BrandScore, o torneio foi o evento desportivo com maior recordação de marca no País, em 2024. Que combinação de fatores tornou isso possível e o que estão a preparar para que o resultado se repita nesta edição?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este reconhecimento é o resultado de vários anos de trabalho consistente. Desde o início, procurámos construir muito mais do que um torneio de ténis. Criámos uma plataforma de comunicação capaz de gerar muito valor para os patrocinadores, através de conteúdos relevantes para os media e experiências memoráveis para o público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A combinação entre a qualidade desportiva, a proximidade aos jogadores, a localização única, a experiência oferecida aos espetadores e uma estratégia de comunicação integrada foi determinante para alcançar esse nível de notoriedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para 2026, o objetivo é continuar a inovar. Estamos a trabalhar para reforçar a experiência presencial, aumentar a produção de conteúdos ao longo de todo o ano, e criar novas formas de interação entre as marcas e os diferentes públicos. A notoriedade não acontece por acaso; é consequência de uma construção contínua de relevância com os nossos patrocinadores – através de muita cross-promotion ao longo do ano – e fabulosos parceiros de media. O reach orgânico do evento também é muito relevante e todos os outros meios ajudam a dinamizar a marca Millennium Estoril Open.</span></p>
<p><b>Os eventos ao vivo deixaram de ser apenas momentos de entretenimento para se tornarem plataformas de comunicação e construção de marca. Na sua perspetiva, o que mudou mais na forma como as insígnias definem o seu papel dentro destes contextos?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As insígnias deixaram de procurar apenas visibilidade e notoriedade. Hoje procuram significado. Já não basta ter um logótipo num painel ou num court. As empresas querem estar associadas a experiências autênticas, gerar emoções e criar relações duradouras com os seus públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande desafio passou a ser a integração. As marcas querem fazer parte da narrativa do evento e contribuir para a experiência das pessoas. Quando isso acontece de forma genuína, os resultados são muito mais relevantes, tanto em termos de notoriedade como de reputação e afinidade. Nós temos conseguido que o Millennium Estoril Open seja muito mais do que apenas um evento de ténis. É também um grande evento de entretenimento, gastronomia, arte, música, vinhos/cocktails, networking e talvez um dos maiores eventos sociais no nosso País.</span></p>
<p><b>De que forma uma competição que acontece durante nove dias consegue construir relevância contínua, manter uma comunidade ativa e gerar valor para as marcas ao longo do resto do ano?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é precisamente uma das maiores transformações que os eventos desportivos viveram nos últimos anos. O torneio já não acontece apenas durante nove dias. Hoje, o Millennium Estoril Open é uma plataforma ativa durante todo o ano. A nossa agência AKT, bem como a nossa família de sponsors e parceiros de media ativam o evento ao longo de todo o ano com múltiplos conteúdos e eventos paralelos. Existe uma equipa de excelentes profissionais, que trabalha 51 semanas por ano, para que estes nove dias de evento sejam realmente espetaculares a todos os níveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mantemos uma relação permanente com a nossa comunidade, através dos conteúdos digitais, de iniciativas com parceiros, de projetos de responsabilidade social, de ações junto dos clubes e escolas, e de experiências exclusivas para patrocinadores e convidados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor para as marcas está precisamente nessa continuidade. O evento é o momento mais visível, mas a construção da relação com o público acontece ao longo dos doze meses do ano.</span></p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p><em>*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na B200</em></p>
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		<item>
		<title>ELO: Um chatbot da SPV ao serviço dos consumidores e da reciclagem</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/elo-um-chatbot-da-spv-ao-servico-da-reciclagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; O que é o ELO e que papel desempenha no posicionamento da Sociedade Ponto Verde junto dos cidadãos? Ricardo Sacoto Lagoa &#124; O ELO é o novo assistente de reciclagem de embalagens da Ponto Verde, um chatbot desenvolvido com recurso a Inteligência Artificial para apoiar e esclarecer os cidadãos no momento em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | O que é o ELO e que papel desempenha no posicionamento da Sociedade Ponto Verde junto dos cidadãos?</strong></p>
<p><strong>Ricardo Sacoto Lagoa |</strong> O ELO é o novo assistente de reciclagem de embalagens da Ponto Verde, um chatbot desenvolvido com recurso a Inteligência Artificial para apoiar e esclarecer os cidadãos no momento em que surgem dúvidas sobre a correta separação e deposição de embalagens nos ecopontos.</p>
<p>Através de uma experiência digital funcional e muito intuitiva, o ELO pretende ser um ponto de ligação permanente entre os cidadãos e informação fidedigna sobre reciclagem de embalagens. O seu objetivo é aumentar as certezas no momento de separar e depositar corretamente estes resíduos, colocando na palma da mão dos cidadãos a informação necessária para que possam tomar decisões mais informadas no seu dia a dia.</p>
<p>Em 2026, a Sociedade Ponto Verde celebra 30 anos de atividade e, ao longo deste percurso, temos vindo a trabalhar de forma contínua a promoção da reciclagem de embalagens através da comunicação, educação e sensibilização ambiental, à qual já investimos cerca de 63,6 milhões de euros, reforçando o nosso compromisso com uma sociedade mais informada e participativa neste tema.</p>
<p>O ELO vem reforçar esse caminho, com a aposta na inovação, na digitalização e na tecnologia para criar novas formas de proximidade com os cidadãos e incentivar uma maior participação no processo de reciclagem de embalagens através dos ecopontos.</p>
<p><strong>De que forma é que esta ferramenta se insere na campanha “Vamos, certamente, chegar ao ponto”?</strong></p>
<p>O lançamento do ELO, integrado na campanha “Vamos, certamente, chegar ao ponto”, surge na sequência do rebranding e da campanha “Estamos a chegar ao ponto” lançados em 2025, dando continuidade ao território de comunicação da Ponto Verde.</p>
<p>7 em cada 10 portugueses separam as embalagens, mas destes só 1 é que separa bem, o que demonstra que continuam a existir dúvidas no momento de encaminhar estes resíduos: As caixas de pizza, quando têm gordura, podem ser colocadas no ecoponto azul? Onde deve ser depositada a loiça de vidro e as peças de cerâmica? É necessário lavar as embalagens antes de as reciclar? É precisamente para responder a estas dúvidas que a Ponto Verde lança o ELO.</p>
<p>Esta campanha aposta numa estratégia 360º, com presença em televisão, rádio, meios digitais, imprensa generalista e especializada, outdoor, conteúdos desenvolvidos através de marketing de influência e plataformas digitais próprias da Ponto Verde.</p>
<p>Além disso, a campanha ganha vida através de três filmes digitais que recorrem a situações do dia a dia com as quais todos se conseguem identificar. Com uma abordagem leve e relacional, os conteúdos exploram aqueles momentos em que alguém quer confirmar que tem razão e encontra no ELO o “desempate” certo, enquanto fonte simples, credível e sempre disponível para esclarecer dúvidas sobre reciclagem de embalagens.</p>
<p><strong>Até que ponto o nome e a identidade visual funcionam, por si só, como um instrumento de literacia ambiental?</strong></p>
<p>O nome e a identidade visual do chatbot da Ponto Verde foram pensados para criar uma conexão imediata com a reciclagem de embalagens. O próprio ELO nasce das cores que organizam este processo: verdE, azuL e amarelO, com o objetivo de ser um ponto de ligação permanente entre os cidadãos e informação concreta e fidedigna sobre reciclagem de embalagens.</p>
<p>Esta é uma abordagem que contribui para reforçar a literacia ambiental e aproximar os cidadãos da reciclagem de embalagens, ajudando a aumentar as certezas no momento de separar e depositar corretamente estes resíduos.</p>
<p><strong>Os estudos mostram que sete em cada dez portugueses separam as embalagens, mas destes só um é que separa bem. De que forma iniciativas como esta podem promover a mudança de comportamentos?</strong></p>
<p>Este dado mostra-nos que o desafio atual já não passa apenas por incentivar mais cidadãos a separar as suas embalagens, mas também por garantir que as separam melhor. Ainda que exista intenção para agir da forma certa, há pequenas dúvidas sobre a correta separação e deposição de determinadas embalagens nos ecopontos, que podem comprometer o processo de reciclagem de embalagens.</p>
<p>É para responder a esta necessidade que surge o ELO. Ao disponibilizar informação simples, rápida e fiável, esta ferramenta procura reduzir a distância entre a intenção e a ação, ajudando os cidadãos a esclarecer dúvidas e a tomar decisões mais informadas no momento de separar e depositar corretamente as embalagens.</p>
<p>Quanto maior for o acesso à informação e a confiança no momento da separação, maior será a capacidade de promover a mudança de comportamentos, reforçar a participação dos cidadãos e aumentar o contributo que cada um pode dar para uma reciclagem de embalagens mais eficiente em Portugal.</p>
<p><strong>Portugal terminou 2025 com uma taxa de retoma de 60,5 %, abaixo da meta de 65 %, que sobe para 70 % em 2030. Que ambição concreta têm para o contributo do ELO no caminho até o país atingir essa meta?</strong></p>
<p>Há ainda um caminho importante a percorrer para aumentar a reciclagem de embalagens em Portugal. É essencial acelerar a mudança de comportamentos para que, quem ainda não separa embalagens passe a fazê-lo, e quem já o faz, o faça bem e de forma consistente.</p>
<p>Com a campanha “Vamos, certamente, chegar ao ponto” e com o ELO, queremos chamar a atenção de todos para a importância deste gesto e garantir que está presente no dia a dia dos cidadãos.</p>
<p>O ELO tem, contudo, um papel ainda mais específico e muito concreto neste esforço. Sabemos que uma das principais barreiras à correta separação de embalagens continua a ser a dúvida sobre o que colocar em cada ecoponto. Ao disponibilizar respostas simples, rápidas e fiáveis, o ELO ajuda a esclarecer essas questões e a dar aos cidadãos maior confiança para agir corretamente.</p>
<p>Quanto mais conseguirmos transformar a intenção em ação, maior será o contributo coletivo para o cumprimento das metas de reciclagem de embalagens em Portugal.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-227992 aligncenter" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/Chatbot-ELO_Ponto-Verde_1.png" alt="" width="587" height="307" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/Chatbot-ELO_Ponto-Verde_1.png 1200w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/Chatbot-ELO_Ponto-Verde_1-300x157.png 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/Chatbot-ELO_Ponto-Verde_1-1024x536.png 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/Chatbot-ELO_Ponto-Verde_1-768x402.png 768w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/elo-um-chatbot-da-spv-ao-servico-da-reciclagem/">ELO: Um chatbot da SPV ao serviço dos consumidores e da reciclagem</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Somos uma marca feita de pessoas. O próprio nome diz isso”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/somos-uma-marca-feita-de-pessoas-o-proprio-nome-diz-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A NOS tem vindo a evoluir na forma como se posiciona junto dos consumidores, apostando numa ligação emocional. Qual foi a necessidade estratégica que levou a essa evolução da marca? António Fuzeta da Ponte &#124; Essa pergunta é a pergunta basilar de tudo o que fazemos aqui. A marca tem vindo a evoluir [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/somos-uma-marca-feita-de-pessoas-o-proprio-nome-diz-isso/">“Somos uma marca feita de pessoas. O próprio nome diz isso”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A NOS tem vindo a evoluir na forma como se posiciona junto dos consumidores, apostando numa ligação emocional. Qual foi a necessidade estratégica que levou a essa evolução da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>António Fuzeta da Ponte |</strong> Essa pergunta é a pergunta basilar de tudo o que fazemos aqui. A marca tem vindo a evoluir e isso não há dúvida, mas é um processo natural, uma evolução natural, porque o mercado das telecomunicações também assim o pede. Aliás, o mercado tem vários movimentos muito interessantes: tem mais concorrência; abriu a um outro estilo de oferta, nomeadamente low cost; e evoluiu muito em tecnologia, sendo que as pessoas não se dão conta, mas a passagem do 3G para o 4G e, depois, o 5G é incrível – se o 4G permitiu as redes sociais, que, hoje em dia, fazem parte da nossa vida, o 5G já está a permitir uma utilização muito democrática de inteligência artificial. Por isso, tudo isso é o mercado das telecomunicações e as marcas que estão nele têm de evoluir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há cerca de dois anos, fizemos um diagnóstico profundo sobre a marca e tirámos algumas conclusões que precisavam de ser alvo de ação. A marca tinha feito um bom caminho de qualificação, ou seja, os portugueses já percebiam e já viam na NOS uma marca de tecnologia e com bons predicados de tecnologia. Reconheciam que éramos muito fortes em 5G e, realmente, a nossa rede é excelente, mas sentiam a marca algo distante – são questões de perceção. Por isso, abrimos um caminho de quatro vias, que tínhamos de traçar, para nos aproximarmos mais dos portugueses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tivemos de interferir nas campanhas publicitárias, do ponto de vista criativo; na estratégia e na política de meios; na política de conteúdo digital e redes sociais; e na presença nos territórios de futebol e música. </span></p>
<p><b>O que já não funciona na forma tradicional de comunicar uma marca de telecomunicações e o que teve de mudar, obrigatoriamente, na NOS?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram essas quatro avenidas que referi. No lado da publicidade, começámos a lançar linhas de comunicação mais próximas. Em 2025, inaugurámos uma linha de comunicação que dava voz ao que é o nosso propósito de marca, que é o das ligações e das pessoas se ligarem, pelo que apresentámos uma assinatura muito institucional, &#8220;Liga tudo a que Ligas&#8221;. Mais recentemente, numa evolução desse propósito, apresentámos um statement de marca mais focado no cliente, mais próximo, &#8220;Se é importante para ti, é importante para nós&#8221; – se é importante teres boa rede em casa, com ótima fibra, é importante para nós; se é importante teres 5G em qualquer ponto do país, é importante para nós; se é importante teres desconto no cinema, é importante para nós, etc. Por isso, é um percurso de marca muito mais próximo e em que a relevância do que fazemos tem de ser clara para o consumidor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos meios, que são a segunda avenida, fizemos uma evolução fortíssima e descemos imenso a nossa segundagem média para perto dos 20 segundos, porque também sabemos que as pessoas levam estilos de vida – até ditados pelo scroll – em que não estão à frente de uma televisão a ver 45 ou 50 segundos de publicidade. Claro que ainda hoje temos filmes de 35 segundos, mas também temos de 20 e até de dez. Tudo tem que ver com o momento. Quando queres estabelecer uma mensagem mais complicada ou mais complexa, usas os 30 ou os 35 segundos e, a partir do momento em que está assimilada, podes ir só fazendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na área dos conteúdos digitais, percebemos que nas redes sociais não faz sentido fazer publicidade como conteúdo. As pessoas não estão nas redes sociais para verem publicidade, por isso, não faz sentido replicar a campanha que está na televisão; estão, sim, para verem coisas que acrescentem – por exemplo, truques para melhorar a memória do iPhone. Isso foi logo um dos primeiros pontos de viragem da marca. Víamos e medíamos o enorme aumento no sentimento positivo da marca nas redes sociais – passámos, em 2024, de 58 para 79 %. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, nos territórios, continuámos com o legacy de futebol e voltámos, claramente, com uma fé iluminada pelos números, ao nosso ADN de música. A NOS nasceu com o &#8220;Don&#8217;t Stop Me Now&#8221; e as pessoas lembram-se bem desse lançamento, e, por esse motivo, continuámos. Para a campanha publicitária atual, fomos buscar o &#8220;My Favorite Things&#8221; [do musical “Música no Coração”]; temos uma aposta muito forte com o NOS Alive; e lançámos, nestes últimos dois anos, o &#8220;NOS Canta a Outro e Não ao Mesmo&#8221;, que é um projeto interessantíssimo – sou mesmo apaixonado por ele. Nesta iniciativa, os artistas interpretam-se uns aos outros e, nas duas primeiras edições, tivemos 20 anos de visualização contínua em YouTube. Isso ensinou-nos que se consegue ter projetos de música que não são um epifenómeno, que acontecem durante vários meses, que têm episódios, que as pessoas gostam de ver, e que o público tanto consome no telemóvel, como no computador ou na TV. Sabemos que aproximadamente metade das horas destas visualizações em YouTube são feitas no equipamento TV. É tempo de qualidade que passamos com as pessoas e, lá está, para a tal marca que queria ser mais próxima, isso é importantíssimo. E dá um gozo incrível.</span></p>
<p><b>O que representa a nova linha de comunicação e o que muda na forma como a NOS quer ser percebida?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma boa pergunta mesmo… Acho que quer mesmo ser percebida como uma empresa e uma marca que valoriza imenso o cliente, as pessoas. O &#8220;Liga tudo a que Ligas&#8221; é já esse nosso statement, que é: queremos ligar-te àquilo a que tu dás mais importância – se para ti o futebol é muito importante, ligamos-te ao futebol de uma maneira diferente. Por exemplo, estamos a inaugurar agora várias specs na nossa televisão, em que se consegue estar a ver um jogo e se já aconteceram uns golos, carrega-se logo no botão dos destaques e ele mete os golos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é o &#8220;Liga tudo a que Ligas&#8221;, mas fica mais poderoso se for acrescentado o &#8220;Se é importante para ti, é importante para nós&#8221; – se é importante para ti não perderes os golos, então dou-te os destaques. Há esta evolução de client-centricity.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A NOS é a empresa portuguesa que mais patentes regista, mas só são úteis se forem ao serviço dos clientes e algumas dessas patentes não são para um produto final, são apenas para a televisão ser mais rápida ou ter mais specs. Mas sendo nós uma empresa de tecnologia, temos de ter este R&amp;D [Research &amp; Development] muito forte e fazemo-lo porque é importante para as pessoas; não fazemos porque somos engenheiros que gostam de construir legos complicados. É incrível ser uma empresa portuguesa e é uma cultura que se vive aqui dentro, de quase startup, de permanente reinvenção. </span></p>
<p><b>Como já referiu, a ligação à música e ao futebol é central na estratégia da marca. Por que motivo se tornaram pilares estruturantes da identidade da NOS e não passam apenas de plataformas de ativação de marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o princípio, nunca as vimos como apenas plataformas de ativação. O futebol e a música são os interesses preferidos, de longe, dos portugueses. É senso comum!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos, e sempre tivemos, um papel no futebol porque também distribuímos conteúdos e o que chega às pessoas, através das nossas boxes, tem uma enorme parte de futebol. As grandes audiências de televisão têm muito que ver com futebol. Desde o princípio, patrocinamos a Liga e somos parceiros de clubes, os quais são, no fundo, os produtores de conteúdos que os portugueses adoram. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na música, a mesma coisa, mas somos mais ativos. Ser parte da execução do NOS Alive e potenciá-lo é importantíssimo. Não é um patrocínio que seja interessante por eu ter lá a minha marca e as pessoas verem – isso também faz parte, mas o que é importante é o que resulta disso. Sabemos, factualmente, que as pessoas que nos relacionam como marca de música, também nos associam a sermos avançados tecnologicamente, a termos inovação e a sermos preocupados com o serviço. Por alguma razão, fazem esta ligação a estas três coisas. Podem haver explicações para isso. As pessoas sentem, por exemplo, quando vão ao NOS Alive, que a tecnologia faz parte daquilo. Quando o território natural dos festivais, há uns anos, era quase exclusivamente das cervejas; hoje em dia, não sei se temos mais tempo na mão uma cerveja ou um telemóvel. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que, no dia a dia, é através do serviço da NOS que estou a ouvir o Spotify no carro ou a ouvir podcasts, mas uma demonstração tão vívida como a do NOS Alive é incrível. É muito importante para aquelas 50 mil pessoas por dia que estão ali, mas o que sai dali para Portugal inteiro, relatado pelas pessoas que estão assentes na rede NOS, é que é o principal valor daquilo.</span></p>
<p><b>O NOS Alive chega à 19.ª edição e é hoje uma das maiores propriedades de marca em Portugal. O que explica a longevidade e a consistência desta parceria entre a NOS e o festival?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São duas marcas fortes. E, pessoalmente, tenho uma grande crença: as marcas são fortes e mantêm-se fortes se forem fiéis ao seu ADN. E acho que são duas marcas fortes que se mantêm fiéis aos seus respetivos ADN, e que casam mais ou menos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A marca NOS Alive é uma marca que se manteve muito fiel a uma procura do melhor cartaz. Sabemos que a Everything Is New é muito preocupada por dar o melhor cartaz de sempre – afirma isso e temos visto isso. Há uma preocupação enorme com o se isto é música, vamos tratar isto mesmo como música e, por isso, quem lá vai, adora música. É bom e respeitamos muito isso no nosso parceiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Penso que o nosso casamento é feliz e tem sido muito feliz. No ano passado, pela primeira vez, fomos a marca mais reconhecida no recinto. Lá está, quando perguntam dentro do recinto que marca mais se associa ao festival, como se está com uma cerveja na mão, às vezes diz-se a marca da cerveja, mas no NOS Alive, somos nós. Somos naming sponsor, claro, mas as pessoas sentem a tecnologia. Temos um estudo feito lá no terreno, que indica que as pessoas gostam muito das paredes de carregamento porque, logicamente, é horrível alguém estar em stress e ficar sem bateria.</span></p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p><em>*A entrevista pode ser lida na íntegra <a href="https://www.flipsnack.com/969EFFD6AED/br-200-entrevista-flip_6jul">aqui</a></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/somos-uma-marca-feita-de-pessoas-o-proprio-nome-diz-isso/">“Somos uma marca feita de pessoas. O próprio nome diz isso”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<title>A maquilhagem como ferramenta criativa? A M·A·C está no Portugal Fashion</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/m-a-c-portugal-fasion/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
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		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A M·A·C Cosmetics volta a associar-se ao Portugal Fashion. O que torna esta plataforma relevante para a marca em Portugal? María Hoyos &#124; É com enorme entusiasmo que voltamos a fazer parte do Portugal Fashion, uma plataforma que celebra a criatividade, a inovação e o talento local — valores que fazem parte do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A M·A·C Cosmetics volta a associar-se ao </b><b>Portugal Fashion</b><b>. O que torna esta plataforma relevante para a marca em Portugal?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>María Hoyos |</strong> É com enorme entusiasmo que voltamos a fazer parte do </span><span style="font-weight: 400;">Portugal Fashion</span><span style="font-weight: 400;">, uma plataforma que celebra a criatividade, a inovação e o talento local — valores que fazem parte do ADN da M·A·C Cosmetics. Para nós, apoiar a moda vai muito além da maquilhagem: é promover a autoexpressão e colaborar com uma comunidade criativa que inspira constantemente novas tendências. Esta parceria permite-nos reforçar o nosso compromisso com a indústria da moda em Portugal e continuar a fazer parte de um espaço onde convergem </span><span style="font-weight: 400;">designers</span><span style="font-weight: 400;">, artistas, profissionais e amantes da beleza. </span></p>
<p><b>De que forma o </b><b>backstage</b><b> dos desfiles continua a ser um território estratégico para a insígnia?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><span style="font-weight: 400;">backstage</span><span style="font-weight: 400;"> sempre foi o coração da M·A·C Cosmetics. É o lugar onde nascem as tendências, onde a maquilhagem ganha vida como ferramenta criativa e onde os nossos artistas trabalham lado a lado com os </span><span style="font-weight: 400;">designers</span><span style="font-weight: 400;"> para traduzir a sua visão num </span><span style="font-weight: 400;">look</span><span style="font-weight: 400;"> completo. A nossa presença nos desfiles reflete a nossa experiência profissional e a nossa ligação histórica ao mundo da moda, permitindo-nos demonstrar o desempenho, a versatilidade e a inovação dos nossos produtos num contexto de máxima exigência. </span></p>
<p><b>O que podem esperar os visitantes da presença da M·A·C Cosmetics no evento?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os visitantes poderão descobrir de perto o universo da M·A·C Cosmetics através de experiências que aproximam a maquilhagem profissional do público. Queremos proporcionar inspiração, apresentar as tendências que veremos na </span><span style="font-weight: 400;">passerelle</span><span style="font-weight: 400;"> e mostrar como a maquilhagem pode tornar-se uma forma de expressão pessoal. Será uma oportunidade para criar uma ligação à marca e viver a energia criativa que caracteriza tanto a M·A·C como o </span><span style="font-weight: 400;">Portugal Fashion</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><b>De que forma a marca equilibra a sua presença global com ativações locais mais culturais e específicas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A M·A·C Cosmetics é uma marca global com uma forte vocação local. A nossa identidade e os nossos valores são universais, mas acreditamos que as colaborações mais relevantes são aquelas que respeitam e celebram a identidade cultural de cada mercado. Trabalhar com plataformas como o </span><span style="font-weight: 400;">Portugal Fashion</span><span style="font-weight: 400;"> permite-nos estabelecer uma ligação com o talento local, acompanhar as conversas culturais do momento e criar experiências autênticas que refletem a personalidade da comunidade criativa portuguesa. </span></p>
<p><b>Que tipo de impacto esperam gerar junto do público profissional e dos visitantes do evento?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nosso objetivo é inspirar e reforçar a nossa ligação tanto com os profissionais da indústria bem como com os consumidores. Queremos que os participantes vivam em primeira mão o papel da maquilhagem na moda, descubram a qualidade e o desempenho dos nossos produtos e reconheçam a M·A·C Cosmetics como uma marca que continua a impulsionar a criatividade, a inclusão e a inovação. Esperamos que esta colaboração deixe uma impressão duradoura e reforce a nossa posição como referência na maquilhagem profissional e no universo da moda. </span></p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Do ecrã para o palco do Rock in Rio Lisboa</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/do-ecra-para-o-palco-do-rock-in-rio-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A BacanaPlay estreia-se no Rock in Rio Lisboa com um palco próprio. O que levou a marca a dar este passo nesta edição? Pedro Miguel Garcia &#124; O nosso grande objetivo foi estar mais presente. Queremos estar mais próximos da nossa comunidade e dos nossos jogadores. Nos últimos anos, temos vindo a investir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A BacanaPlay estreia-se no Rock in Rio Lisboa com um palco próprio. O que levou a marca a dar este passo nesta edição?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Pedro Miguel Garcia |</strong> O nosso grande objetivo foi estar mais presente. Queremos estar mais próximos da nossa comunidade e dos nossos jogadores. Nos últimos anos, temos vindo a investir no território da música porque acreditamos que as melhores marcas são aquelas que conseguem criar memórias, e não apenas campanhas. O Rock in Rio Lisboa era o passo natural seguinte nessa estratégia. A música é uma das formas mais universais de criar emoções, memórias e ligações entre pessoas. Para nós, este crescimento faz sentido e reforça o nosso posicionamento no mercado português, um mercado onde atuamos há seis anos e que é fundamental para a marca e para o grupo.</span></p>
<p><b>Qual o balanço que faz da experiência do primeiro fim de semana do BacanaPlay Digital Stage?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rock in Rio Lisboa é, sem dúvida, um dos maiores festivais do mundo. Ver a felicidade nas caras de tantas pessoas durante os concertos das suas bandas preferidas é algo extremamente positivo. Mas, mais do que isso, percebemos que o Rock in Rio Lisboa é uma experiência, é mais do que um concerto. O balanço é extremamente positivo e estamos muito satisfeitos com o feedback que recebemos sobre a nossa ativação e os brindes.</span></p>
<p><b>O palco cruza música, humor, podcasts e criadores de conteúdo. Como é que esta mistura reflete aquilo que a marca quer comunicar ao seu público?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somos uma marca que vem do digital; somos um Casino Online. Enquanto Casino Online oferecemos divertimento e entretenimento de uma forma responsável. Acreditamos que somos uma pausa de 5 minutos na rotina diária, enquanto as pessoas esperam pelo autocarro, preparam o jantar ou, ao final do dia, enquanto relaxam de um dia stressante. Por isso mesmo, o BacanaPlay Digital Stage foi pensado para refletir a forma como as pessoas consomem entretenimento atualmente. Já não existe uma divisão clara entre música, humor, podcasts e criadores digitais. As audiências transitam naturalmente entre estes formatos e a nossa marca acompanha essa evolução.</span></p>
<p><b>O que é que a presença num evento físico acrescenta a uma insígnia que vive sobretudo no digital?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa presença no Rock in Rio Lisboa permite-nos estar mais próximos da nossa comunidade de Jogadores. Permite-nos uma ligação mais emocional e verdadeira. É um ponto de contacto físico e mais humano. Sempre foi esse o nosso objetivo, tirar a marca do digital para estar junto do nosso público-alvo e com eles viver experiências que ficam para o futuro. Enquanto marca, esse é o nosso objetivo. Por isso trabalhamos a ativação ligada ao nosso produto, com as slots que as pessoas podem rodar, para ganhar brindes. Por isso convidámos um artista português, o Mário Belém, para desenhar os nossos brindes e ofertas. Porque não queremos apenas oferecer o nosso logo. A nossa marca quer criar algo que fique, algo de positivo. </span></p>
<p><b>Que objetivos estratégicos foram definidos para esta presença no festival e que resultados esperam atingir após o Rock in Rio Lisboa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa presença no Rock in Rio Lisboa é mais um passo na consolidação da nossa presença no mercado português. Um mercado onde temos vindo a crescer e onde sabemos que ainda podemos oferecer mais aos nossos Jogadores. Os nossos objetivos eram reforçar a nossa notoriedade e o reconhecimento da marca, e os primeiros indicadores mostram-nos que estamos no caminho certo para os alcançar. Queremos também ter uma relação mais próxima com as pessoas e queremos reforçar a mensagem de que o Jogo Online deve ser encarado como uma forma de entretenimento responsável, integrada de forma equilibrada nos momentos de lazer das pessoas.</span></p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/do-ecra-para-o-palco-do-rock-in-rio-lisboa/">Do ecrã para o palco do Rock in Rio Lisboa</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<title>Metro de Lisboa: “Facilitar o acesso é uma forma concreta de aproximar pessoas”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/metro-de-lisboa-facilitar-o-acesso-e-uma-forma-concreta-de-aproximar-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A funcionalidade de pagamento com cartão bancário contactless já estava disponível na rede do Metro de Lisboa. O que levou a marca a investir agora numa campanha dedicada a esta solução? Sofia Formosinho &#124; A funcionalidade já estava disponível, mas percebemos que ainda não estava suficientemente presente no conhecimento de muitos utilizadores — [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/metro-de-lisboa-facilitar-o-acesso-e-uma-forma-concreta-de-aproximar-pessoas/">Metro de Lisboa: “Facilitar o acesso é uma forma concreta de aproximar pessoas”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Briefing | A funcionalidade de pagamento com cartão bancário contactless já estava disponível na rede do Metro de Lisboa. O que levou a marca a investir agora numa campanha dedicada a esta solução?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sofia Formosinho |</strong> A funcionalidade já estava disponível, mas percebemos que ainda não estava suficientemente presente no conhecimento de muitos utilizadores — sobretudo passageiros ocasionais, visitantes da cidade ou pessoas que não usam o Metro todos os dias.</p>
<p style="font-weight: 400;">E esse foi o ponto de partida: hoje, no Metro, há dois tipos de pessoas — as que já sabem que podem viajar só com cartão bancário contactless, e as que ainda não sabem. A campanha nasce quase como um friendly reminder: não precisa de comprar bilhete previamente, não precisa de fila, não precisa de hesitar. Basta chegar, passar e viajar.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas quisemos ir além de uma comunicação meramente funcional. Esta campanha transforma uma solução prática numa mensagem de marca. O Metro de Lisboa é um serviço público essencial, mas é também uma das grandes marcas da cidade: está presente no quotidiano, nos percursos, nas rotinas e na forma como Lisboa se move.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por isso, comunicar esta funcionalidade era também uma oportunidade para reforçar uma ideia simples: quanto mais fácil for entrar no Metro, mais natural se torna escolher o transporte público.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>De que forma a possibilidade de pagar diretamente com cartão bancário contribui para reduzir barreiras à utilização do Metro e para aproximar novos utilizadores?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Para quem usa o Metro todos os dias, o sistema é familiar. Mas para quem o utiliza apenas pontualmente, pode haver sempre um momento de dúvida: que título compro, onde compro, que cartão preciso, como funciona?</p>
<p style="font-weight: 400;">O pagamento com cartão bancário contactless elimina esse momento. A pessoa chega à estação, aproxima o cartão do validador e segue viagem. É uma pequena simplificação, mas pode fazer uma grande diferença na decisão de usar transporte público.</p>
<p style="font-weight: 400;">Isto é particularmente relevante para turistas, passageiros ocasionais, pessoas em trabalho ou residentes que, por qualquer motivo, não têm consigo o seu título habitual. A funcionalidade reduz fricção e torna a experiência mais imediata.</p>
<p style="font-weight: 400;">Há aqui também uma dimensão de serviço público: facilitar o acesso é uma forma concreta de aproximar pessoas. O Metro deve ser simples para quem o conhece bem, mas também para quem chega pela primeira vez. Essa é uma parte importante da nossa  missão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A campanha reforça a ideia de que o Metro é “para todos”, desde residentes e estudantes até turistas e utilizadores ocasionais. Como é que este posicionamento inclusivo influenciou o desenvolvimento do conceito criativo e a escolha das histórias e dos perfis retratados na campanha?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Influenciou tudo: o tom, a linguagem, os protagonistas e até o humor da campanha.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não queríamos fazer uma campanha apenas informativa. Queríamos mostrar que esta solução se integra naturalmente na diversidade de pessoas que todos os dias passa pelo Metro. Lisboa tem muitos ritmos, muitas línguas, muitos destinos e muitas formas de ser vivida — e o Metro reflete isso como poucas marcas conseguem.</p>
<p style="font-weight: 400;">Foi por isso que a campanha joga com diferentes tipologias de passageiros e com referências muito próprias da rede: “É para a Baixa-Chiado e para o Alto dos Moinhos”, “É para o Martim Moniz e para o Martim da Lapa”. São frases simples, mas que dizem muito sobre a transversalidade do Metro.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também nos interessava muito que a campanha tivesse leveza. Num tempo em que a esfera pública está muitas vezes marcada por polarizações, esta campanha comunica uma solução “contactless”, mas acaba por nos lembrar que seguimos todos na mesma carruagem.</p>
<p style="font-weight: 400;">Essa ideia esteve presente na produção, filmada em São Sebastião e no Cais do Sodré, duas estações com fluxos, perfis e energias muito diferentes. Queríamos que a campanha tivesse essa verdade: a mistura real da cidade.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Além do aumento da notoriedade desta funcionalidade, que objetivos concretos pretende o Metro de Lisboa alcançar com a campanha?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O objetivo mais imediato é aumentar o conhecimento e a utilização do pagamento com cartão bancário contactless, sobretudo junto de quem ainda não sabe que pode entrar no Metro desta forma.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas há objetivos operacionais muito concretos: reduzir filas, tornar os acessos mais fluidos e melhorar a experiência nas estações, especialmente nas zonas e horários de maior procura. Às vezes, melhorar a mobilidade passa por retirar pequenos obstáculos que tornam a viagem menos intuitiva.</p>
<p style="font-weight: 400;">Há também uma dimensão de modernização. Os utilizadores esperam serviços mais simples, mais digitais e mais alinhados com os seus hábitos diários. Esta funcionalidade responde a essa expectativa e aproxima o Metro da forma como hoje as pessoas se relacionam com muitos outros serviços.</p>
<p style="font-weight: 400;">E há ainda uma dimensão de sustentabilidade e eficiência, ao reduzir progressivamente a dependência de suportes físicos e ao promover uma experiência mais ágil.</p>
<p style="font-weight: 400;">No fundo, esta campanha comunica uma funcionalidade, mas também comunica uma visão: tornar o Metro mais fácil de usar, mais próximo e mais natural na vida da cidade. Porque o Metro é uma grande marca de serviço público, rápida, eficaz, central e verdadeiramente para todos.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>“A ‘TVI Por Si’ pretende ser uma plataforma de responsabilidade social”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-tvi-por-si-pretende-ser-uma-plataforma-de-responsabilidade-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; De que forma o propósito e a reputação se tornaram pilares fundamentais da TVI e como é que o propósito se tornou numa estratégia concreta, neste caso com a “TVI Por Si”? Ricardo Sampaio Maia &#124; O propósito e a reputação deixaram de ser dimensões abstratas para se tornarem ativos estratégicos das marcas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | De que forma o propósito e a reputação se tornaram pilares fundamentais da TVI e como é que o propósito se tornou numa estratégia concreta, neste caso com a “TVI Por Si”?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ricardo Sampaio Maia |</strong> O propósito e a reputação deixaram de ser dimensões abstratas para se tornarem ativos estratégicos das marcas. Hoje, não basta comunicar – é necessário demonstrar impacto. No caso da TVI, esse propósito ganha forma através da “TVI Por Si”, que traduz a nossa capacidade de informar, mobilizar e envolver em ações concretas junto da comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passamos de uma lógica de iniciativas pontuais para uma abordagem integrada, com eixos claros de atuação e um alinhamento direto entre aquilo que fazemos enquanto Grupo de media e as necessidades reais da sociedade.</span></p>
<p><b>O que pretende ser este novo projeto?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A “TVI Por Si” pretende afirmar-se como a plataforma estruturante de responsabilidade social do Grupo, com impacto real e mensurável. É um projeto que combina a força dos nossos meios de comunicação com o envolvimento dos colaboradores, atuando em áreas prioritárias como: apoio social, educação, saúde e ciência, ambiente e cultura. </span></p>
<p><b>Quais são as expetativas a médio prazo em relação a esta nova plataforma de responsabilidade social?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A médio prazo, queremos consolidar o “TVI Por Si” como uma plataforma reconhecida pela sua capacidade de mobilização e impacto social. O objetivo é criar um programa contínuo, com iniciativas regulares, presença transversal nos diferentes meios do Grupo, e um envolvimento crescente dos colaboradores, parceiros e comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pretendemos também desenvolver projetos com impacto mensurável nas áreas prioritárias definidas – apoio social, educação, saúde e ciência, ambiente e cultura –, reforçando simultaneamente a proximidade e a ligação emocional entre a marca TVI e o público.</span></p>
<p><b>Pode dar exemplos práticos de como o propósito contribui para a reputação e resultados da marca TVI?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o propósito é consistente e traduzido em ações concretas, gera confiança e a confiança é um ativo direto da reputação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Projetos como campanhas solidárias em antena, ações de voluntariado ou iniciativas de sensibilização em áreas críticas reforçam a ligação emocional com o público e aumentam o nível de identificação com a marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse reforço reputacional tem impacto direto em métricas como notoriedade, preferência e credibilidade, que são determinantes para a sustentabilidade do negócio.</span></p>
<p><b>Existem evidências de que os consumidores escolhem marcas mais alinhadas com os seus valores? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Hoje, existe uma expectativa crescente de que as marcas tenham um papel ativo e responsável na sociedade. Os consumidores valorizam cada vez mais empresas que demonstram coerência entre aquilo que comunicam e aquilo que fazem, sobretudo em temas sociais, ambientais e de inclusão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa identificação com os valores da marca influencia fatores como confiança, reputação, afinidade e preferência, tornando-se um elemento relevante na relação entre marcas e consumidores.</span></p>
<p><b>Na sua opinião, quais são os principais pilares para construir confiança?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Transparência, consistência e relevância. Transparência na forma como se comunica e atua. Consistência entre discurso e ação. E relevância na escolha das causas e iniciativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estes junta-se a capacidade de gerar impacto real e mensurável, bem como o envolvimento dos colaboradores, que são hoje um dos principais embaixadores das marcas.</span></p>
<p><b>Como se atinge um equilíbrio entre responsabilidade social e pressão por resultados?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse equilíbrio atinge-se quando a responsabilidade social é integrada na estratégia e não tratada como um elemento periférico. Quando existe alinhamento entre propósito, operação e comunicação, o impacto social e o impacto no negócio deixam de ser opostos e passam a ser complementares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de um grupo de media, essa integração é ainda mais evidente, porque o nosso core é precisamente informar, sensibilizar e mobilizar.</span></p>
<p><b>O que virá depois do propósito? </b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que o “depois do propósito”, o próximo diferencial será a capacidade de o operacionalizar com autenticidade e escala. As marcas que se vão destacar são aquelas que conseguem demonstrar impacto concreto, medir resultados e envolver de forma ativa os seus stakeholders – colaboradores, parceiros e audiência. A execução consistente será o verdadeiro fator diferenciador.</span></p>
<p><b>Como vê a evolução da relação entre marcas e sociedade nos próximos anos?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação será cada vez mais próxima, exigente e participativa. Os consumidores esperam marcas com posição, com responsabilidade e com capacidade de agir. Ao mesmo tempo, terão um papel mais ativo, quer na validação, quer na amplificação dessas ações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as marcas, isso implica uma atuação mais transparente, mais consistente e com impacto real – não apenas na comunicação, mas na forma como operam no dia a dia.</span></p>
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		<title>Quando a criatividade faz parte da estratégia</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/quando-a-criatividade-faz-parte-da-estrategia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; Num momento em que o Cannes Lions International Festival of Creativity volta a colocar a criatividade no centro da conversa, faz sentido continuar a separar criatividade e performance como se fossem objetivos opostos? Rita Amzalak &#124; Na verdade, nunca deveriam ter sido vistos como objetivos opostos. Durante algum tempo, criou-se quase uma falsa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | Num momento em que o Cannes Lions International Festival of Creativity volta a colocar a criatividade no centro da conversa, faz sentido continuar a separar criatividade e performance como se fossem objetivos opostos?</b></p>
<p><b>Rita Amzalak | </b><span style="font-weight: 400;">Na verdade, nunca deveriam ter sido vistos como objetivos opostos. Durante algum tempo, criou-se quase uma falsa dicotomia entre criatividade e performance, como se uma servisse apenas para construir notoriedade e a outra apenas para gerar resultados imediatos. Hoje percebemos que as marcas mais fortes são precisamente aquelas que conseguem integrar as duas dimensões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A criatividade continua a ser o maior acelerador de atenção, diferenciação e relevância cultural, e isso tem impacto direto na performance. Uma campanha eficaz não vive apenas da segmentação ou da otimização; vive da capacidade de criar uma ligação emocional com as pessoas. É isso que faz com que uma marca seja lembrada, escolhida e recomendada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os Cannes Lions acabam por refletir muito essa evolução do mercado: já não se celebra apenas uma boa ideia criativa, celebra-se a capacidade de essa ideia gerar impacto real no negócio, nas pessoas e na cultura.</span></p>
<p><b>Durante vários anos, o mercado privilegiou métricas imediatas e resultados de curto prazo. Acredita que as marcas estão novamente a perceber o valor da construção de marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que sim, até porque muitas marcas começaram a sentir os limites de uma visão demasiado focada no curto prazo. Durante anos, o mercado viveu muito orientado para métricas instantâneas, muito pressionado pela capacidade de o digital medir tudo em tempo real. Mas medir não significa necessariamente construir valor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente existe uma consciência crescente de que performance sem construção de marca pode gerar resultados rápidos, mas dificilmente cria sustentabilidade no tempo. As marcas precisam de relevância contínua, de significado e de consistência para manterem uma relação próxima e de confiança com a sua comunidade. Ao mesmo tempo, os consumidores estão mais exigentes, mais informados e mais seletivos na atenção que dão às marcas. Isso obriga as marcas a pensarem para lá da conversão imediata e a investir em territórios de comunicação que criem memória, identificação e preferência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, estamos a regressar a uma ideia simples:</span><span style="font-weight: 400;"> as marcas que ficam são as que conseguem equilibrar resultados de negócio com construção emocional e cultural.</span></p>
<p><b>O que é, hoje, uma campanha verdadeiramente eficaz: aquela que gera resultados rápidos ou aquela que constrói valor sustentado na relação com os consumidores?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Idealmente, uma campanha eficaz deve conseguir fazer as duas coisas, mesmo sabendo que os efeitos podem acontecer em tempos diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há campanhas desenhadas para responder a objetivos mais imediatos e isso faz parte da realidade do negócio. Mas quando pensamos nas marcas que conseguem manter relevância ao longo dos anos, percebemos que existe sempre um trabalho consistente de construção de relação, identidade e confiança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A eficácia hoje mede-se muito pela capacidade de uma marca ser consistente em diferentes momentos e plataformas, mantendo uma narrativa coerente e relevante para as pessoas. Não basta captar atenção durante alguns segundos, é preciso criar ligação. E essa ligação não acontece apenas através de tecnologia ou de dados, acontece através de ideias criativas que fazem as pessoas sentir alguma coisa, reconhecerem-se na marca ou quererem fazer parte daquela conversa.</span></p>
<p><b>Que papel pode a criatividade ter num contexto em que as marcas competem diariamente pela atenção do consumidor em múltiplas plataformas? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A criatividade é provavelmente o principal fator de diferenciação num contexto de enorme saturação de estímulos. Hoje todos competimos pela mesma atenção, num ecossistema fragmentado, acelerado e altamente personalizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas estão expostas a milhares de mensagens por dia e desenvolveram mecanismos muito rápidos para ignorar aquilo que não lhes acrescenta valor ou emoção. É precisamente aqui que a criatividade ganha importância: não apenas como estética ou entretenimento, mas como capacidade de criar impacto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que interromper, as marcas precisam de merecer atenção. E isso exige ideias capazes de gerar identificação, utilidade, emoção ou até integração e participação cultural. Ao mesmo tempo, a criatividade também precisa de ser adaptável aos diferentes contextos e plataformas. Já não existe uma lógica de “uma campanha, um formato”. Atualmente as marcas têm de pensar ecossistemas criativos completos, onde a ideia consegue viver de forma consistente em vários pontos de contacto.</span></p>
<p><b>O que é que uma marca precisa de provar hoje para demonstrar que criatividade e performance não são escolhas alternativas, mas a mesma estratégia a trabalhar em tempos diferentes?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Precisa de provar consistência. As marcas que conseguem unir criatividade e performance são aquelas que entendem que cada ação contribui para uma construção maior e contínua da relação com o consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma campanha de performance pode gerar conversão, mas se não existir uma marca forte por trás, essa relação torna-se facilmente substituível. Por outro lado, uma marca muito inspiracional mas incapaz de gerar resultados concretos também perde relevância para o negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio está em integrar dados, media, criatividade e tecnologia de forma estratégica e humana. Os dados ajudam-nos a compreender comportamentos e contextos, mas é a criatividade que transforma essa informação em experiências memoráveis e relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, as marcas precisam de demonstrar que conseguem gerar resultados sem perder identidade e construir identidade sem perder impacto no negócio. É aí que criatividade e performance deixam de ser dimensões e departamentos separados e passam a fazer parte da mesma visão estratégica.</span></p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>&#8220;Orbit pretende ser uma aliada, ajudando os consumidores a enfrentar o dia a dia&#8221;</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/orbit-pretende-ser-um-aliada-ajudando-os-consumidores-a-enfrentar-o-dia-a-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A marca Orbit está a reforçar a sua presença em Portugal com novos formatos e lançamentos. O que motivou esta aposta no mercado nacional e que oportunidades identificaram nos hábitos de consumo dos portugueses? Constança Gama &#124; Orbit, do grupo multinacional Mars, é a marca líder mundial de pastilhas elásticas, e Portugal continua [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/orbit-pretende-ser-um-aliada-ajudando-os-consumidores-a-enfrentar-o-dia-a-dia/">&#8220;Orbit pretende ser uma aliada, ajudando os consumidores a enfrentar o dia a dia&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | A marca Orbit está a reforçar a sua presença em Portugal com novos formatos e lançamentos. O que motivou esta aposta no mercado nacional e que oportunidades identificaram nos hábitos de consumo dos portugueses? </strong></p>
<p><strong>Constança Gama |</strong> Orbit, do grupo multinacional Mars, é a marca líder mundial de pastilhas elásticas, e Portugal continua a ser um mercado muito importante para nós. Estamos a reforçar a nossa presença local através de novos formatos e lançamentos de produtos que respondem à evolução das necessidades dos consumidores.</p>
<p>Identificámos uma oportunidade crescente relacionada com a forma como os consumidores portugueses encaram as suas rotinas diárias. As pessoas procuram cada vez mais pequenos momentos ao longo do dia para refrescar, recentrar e recarregar energias, quer seja antes de uma reunião, durante pausas no trabalho ou no estudo, ou simplesmente enquanto se deslocam. Orbit enquadra-se naturalmente nestes momentos como uma opção prática, agradável e sem açúcar.</p>
<p>Os consumidores procuram alternativas sem açúcar sem comprometer o sabor, e estão cada vez mais interessados em experiências frutadas, mentoladas, diferenciadoras e refrescantes.</p>
<p>Vemos o mercado português como muito dinâmico e em crescimento, com consumidores que valorizam a qualidade, a inovação e marcas que se adaptam ao seu dia a dia.</p>
<p><strong>O regresso da Hubba Bubba no seu formato em rolo traz uma componente de nostalgia e diversão. Em que medida trazer de volta formatos icónicos pode ser uma forma de criar uma ligação emocional com diferentes gerações de consumidores? </strong></p>
<p>Trazer de volta um formato icónico como o rolo de Hubba Bubba vai muito além da nostalgia, trata-se de recriar momentos de diversão e prazer partilhados entre diferentes gerações.</p>
<p>Para muitos adultos, Hubba Bubba desperta imediatamente memórias de infância e um sentimento de nostalgia divertida. Pessoalmente, quando comecei a trabalhar na marca e voltei a ver o produto, este formato icónico de rolo gigante, as cores, o cheiro e, claro, o sabor, fui imediatamente transportada para a minha infância. Essa ligação emocional é extremamente poderosa.</p>
<p>Ao mesmo tempo, vemos uma forte oportunidade para apresentar a uma nova geração de consumidores esta experiência divertida, irreverente e descontraída, que representa o ADN da marca.</p>
<p>As marcas icónicas têm uma capacidade única de unir gerações e criar ligações emocionais. Hoje, as famílias podem partilhar um produto e uma experiência que também já desfrutaram, transformando momentos simples do dia a dia em experiências memoráveis e divertidas.</p>
<p>Esta abordagem está muito alinhada com a nossa filosofia de construção de marca: criar produtos e experiências que se mantêm relevantes, apreciados e divertidos para todas as gerações.</p>
<p><strong>A insígnia tem também vindo a introduzir sabores e texturas menos convencionais na categoria. O consumidor procura, hoje em dia, experiências mais inesperadas e sensoriais na escolha de uma pastilha elástica? </strong></p>
<p>Sem dúvida. Atualmente, os consumidores são mais curiosos e ousados do que nunca no que diz respeito a sabores e experiências sensoriais. Embora os sabores clássicos continuem a desempenhar um papel importante, temos vindo a assistir a um interesse crescente por experiências novas, inesperadas e mais sensoriais dentro da categoria.</p>
<p>As pastilhas elásticas deixaram de ser vistas apenas como um produto funcional. Tornaram-se também um pequeno prazer diário e uma forma de os consumidores desfrutarem de momentos de prazer, frescura e descoberta ao longo do dia.</p>
<p>É por isso que continuamos a inovar através de novos sabores e formatos, incluindo produtos como os Refreshers. Esta gama proporciona uma experiência diferenciadora. Começa com uma explosão de sabor refrescante, proporcionada por cristais de menta e fruta que se dissolvem instantaneamente na língua, repleta de frescura e sabor duradouro. O resultado é uma experiência mais divertida, surpreendente e intensa, que acrescenta uma nova dimensão à categoria.</p>
<p>Estas inovações permitem-nos oferecer aos consumidores algo novo e entusiasmante, proporcionando momentos de prazer que vão além da experiência tradicional das pastilhas elásticas.</p>
<p><strong>A mais recente campanha da Orbit fala em “silenciar as vozes da nossa cabeça” e combater as distrações do dia a dia. Como surgiu este insight e de que forma reflete as preocupações cada vez mais atuais relacionadas com o foco, o stress e a sobrecarga de estímulos? </strong></p>
<p>Este insight surgiu diretamente do feedback dos consumidores e da compreensão da realidade das suas vidas. Hoje, vivemos num mundo cada vez mais acelerado, constantemente rodeados de ruído, informação e distrações. Muitos consumidores dizem sentir-se frequentemente sobrecarregados, superestimulados e mentalmente exaustos, enquanto tentam conciliar o trabalho, os estudos, a vida social e as responsabilidades do dia a dia.</p>
<p>Neste contexto, identificámos uma necessidade muito humana e fácil de reconhecer: encontrar pequenos momentos de clareza, foco e pausa ao longo do dia.</p>
<p>É assim que nasce a campanha da Orbit. O conceito de “silenciar as vozes na cabeça” ou, como lhe chamamos, mind mouth, reflete precisamente essas distrações internas e o “ruído mental” diário que todos nós experienciamos. Com base num estudo global da Kantar, Demand Landscape Profile, percebemos que até um gesto tão simples como mastigar pastilha elástica pode transformar-se num pequeno ritual que ajuda as pessoas a parar, concentrar-se e sentir-se mais presentes no momento.</p>
<p>Orbit já não se limita apenas a benefícios funcionais, como o hálito fresco. A marca procura apoiar os consumidores na gestão diária, ajudando-os a encontrar momentos de foco, equilíbrio e “reset” mental ao longo do dia.</p>
<p><strong>Hoje existe um esforço para posicionar a pastilha elástica não só como um produto funcional ou refrescante, mas também como um pequeno aliado em momentos de concentração e bem-estar mental. De que forma é que a Orbit quer ocupar este espaço junto dos consumidores? </strong></p>
<p>Queremos que Orbit se torne um parceiro de confiança no dia a dia dos consumidores, apoiando não só a higiene oral e a sensação de frescura, mas também aqueles pequenos momentos de pausa e bem-estar ao longo do dia.</p>
<p>Vivemos num contexto cada vez mais exigente e acelerado, e os consumidores procuram pequenos rituais que os ajudem a parar, reiniciar e recentrar no meio das suas rotinas. Um gesto tão simples como mastigar pastilha elástica pode proporcionar um momento de descontração e uma sensação imediata de frescura.</p>
<p>Este é o objetivo que a marca Orbit pretende atingir. Além da parte funcional de proporcionar uma sensação de frescura e um hálito fresco, a Orbit pretende ser uma aliada, ajudando os consumidores a enfrentar o dia a dia com mais descontração, clareza e equilíbrio.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/orbit-pretende-ser-um-aliada-ajudando-os-consumidores-a-enfrentar-o-dia-a-dia/">&#8220;Orbit pretende ser uma aliada, ajudando os consumidores a enfrentar o dia a dia&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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