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	<title>Arquivo de trendsetter - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de trendsetter - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Quais foram as marcas mais mencionadas pelos influenciadores no Instagram? A Brinfer responde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 11:04:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, o verão foi a época que gerou mais conteúdo orgânico e o número de conteúdos partilhados diminuiu face ao aumento do número de influenciadores em Portugal. Foram contabilizados 247 494 conteúdos publicitários, dos quais 181 550 stories, 26 548 reels e 39 396 publicações. E, na amostra do relatório, somaram-se 4 040 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado, o verão foi a época que gerou mais conteúdo orgânico e o número de conteúdos partilhados diminuiu face ao aumento do número de influenciadores em Portugal. Foram contabilizados 247 494 conteúdos publicitários, dos quais 181 550 stories, 26 548 reels e 39 396 publicações. E, na amostra do relatório, somaram-se 4 040 163 901 interações, 21 605 746 stories, 1 134 771 publicações e 485 792 reels.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-192872 size-large" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/04/Infografias-16-410x1024.jpg" alt="" width="410" height="1024" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/04/Infografias-16-410x1024.jpg 410w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/04/Infografias-16-120x300.jpg 120w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/04/Infografias-16-768x1920.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/04/Infografias-16.jpg 800w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></p>
<p><strong>Top 3 Comida &amp; Bebida</strong></p>
<ul>
<li>Nespresso &#8211; 1 922 menções</li>
<li>Sobba &#8211; 1 689 menções</li>
<li>Origens Bio &#8211; 1 535 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Desporto</strong></p>
<ul>
<li>Prozis &#8211; 199 390 menções</li>
<li>Prozis Portugal &#8211; 160 218 menções</li>
<li>FitnessUp &#8211; 21 630 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Restaurantes &amp; Cafés</strong></p>
<ul>
<li>Neto Restaurantes &#8211; 3 321 menções</li>
<li>Seventh Brunch &#8211; 2 981 menções</li>
<li>Yakuza by Olivier &#8211; 2 518 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Media</strong></p>
<ul>
<li>SIC &#8211; 13 412 menções</li>
<li>TVI &#8211; 12 705 menções</li>
<li>RTP &#8211; 8 633 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Moda</strong></p>
<ul>
<li>Zara &#8211; 20 850 menções</li>
<li>Shein &#8211; 12 880 menções</li>
<li>Stradivarius &#8211; 5 687 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Beleza</strong></p>
<ul>
<li>Sephora Portugal &#8211; 6 942 menções</li>
<li>Olistic &#8211; 6 727 menções</li>
<li>KIKO Milano &#8211; 4 613 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Hotéis</strong></p>
<ul>
<li>TheYetman &#8211; 965 menções</li>
<li>Vinho Boutique Hotel &#8211; 891 menções</li>
<li>Tivoli Avenida da Liberdade &#8211; 863 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Retalho Alimentar</strong></p>
<ul>
<li>Celeiro &#8211; 6 107 menções</li>
<li>Continente &#8211; 4 730 menções</li>
<li>Lidl &#8211; 3 970 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Automóveis</strong></p>
<ul>
<li>Toyota Portugal &#8211; 487 menções</li>
<li>Hyundai Portugal &#8211; 475 menções</li>
<li>Mercedes-Benz &#8211; 457 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Eletrónica</strong></p>
<ul>
<li>Canon &#8211; 3 265 menções</li>
<li>Fuji Film &#8211; 2 557 menções</li>
<li>Samsung &#8211; 2 510 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Telecomunicações</strong></p>
<ul>
<li>NOS &#8211; 1 209 menções</li>
<li>MEO &#8211; 1 148 menções</li>
<li>Vodafone &#8211; 613 menções</li>
</ul>
<p><strong>Top 3 Energia</strong></p>
<ul>
<li>Galp &#8211; 662 menções</li>
<li>Prio &#8211; 487 menções</li>
<li>EDP &#8211; 450 menções</li>
</ul>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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		<title>Publicidade: o que se perspetiva para 2024</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/publicidade-o-que-se-perspetiva-para-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 11:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estima-se que o investimento mundial em search advertising e em publicidade no digital, na televisão, no rádio, em vídeo e nos canais das redes sociais chegue a atingir o valor histórico de 1.83 mil milhões de dólares. O mercado norte-americano será o que contribuirá mais para este crescimento, com 452.4 milhões de dólares, correspondente a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estima-se que o investimento mundial em search advertising e em publicidade no digital, na televisão, no rádio, em vídeo e nos canais das redes sociais chegue a atingir o valor histórico de 1.83 mil milhões de dólares.</p>
<p>O mercado norte-americano será o que contribuirá mais para este crescimento, com 452.4 milhões de dólares, correspondente a 41,70 % do valor total. O mercado asiático ocupa a segunda posição, com um investimento de 365.6 milhões de dólares, ou seja, 33,70 % do valor global. Já na Europa, o investimento será mais reduzido, representando apenas 18,42 % do investimento com 199.8 milhões de dólares de investimento em publicidade.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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		<title>Pelo mundo, o que difere na Comunicação?</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/pelo-mundo-o-que-difere-na-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 12:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa perspetiva global – dada a natureza do próprio relatório –, há quatro fatores que desafiam a comunicação em 2024. O grande desafio será a medição eficaz do impacto, para 50 % dos inquiridos. Garantir budgets adequados, o alinhamento com outros departamentos, e identificar e investir nas melhores ferramentas para a equipa são os outros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa perspetiva global – dada a natureza do próprio relatório –, há quatro fatores que desafiam a comunicação em 2024. O grande desafio será a medição eficaz do impacto, para 50 % dos inquiridos. Garantir budgets adequados, o alinhamento com outros departamentos, e identificar e investir nas melhores ferramentas para a equipa são os outros fatores mais desafiantes, com 48 %, 47 % e 46 %, respetivamente.</p>
<p>Sobre a predisposição das equipas para usar a IA Generativa, o estudo revela que, ao nível global, 32 % das equipas inquiridas usam frequentemente. Ainda assim, na Europa, esse valor aumenta, com 42 % a usar frequentemente, face aos 24 % dos Estados Unidos da América.</p>
<p>No que diz respeito aos conteúdos mais eficazes sobre a ação do público, a tendência é semelhante nas regiões dos EUA, da Europa e do pacifico asiático. Tanto nos EUA como no pacífico asiático, o conteúdo branded nas redes sociais é considerado o que tem mais impacto, com 65 % e 52 %, respetivamente. Já na Europa, o branded website é o conteúdo apontado como tendo a maior influência nos stakeholders, com 56 % de respostas. Além destas duas formas de conteúdo, o estudo revela que a publicidade digital e brand vídeo são outros conteúdos mencionados pelos inquiridos, ainda que tenham menores percentagens de resposta.</p>
<p>No total, foram 427 os profissionais da área que responderam ao questionário feito pela PRWeek.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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		<item>
		<title>Agência vs. In-house: as diferenças</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/agencia-vs-in-house-que-diferencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 12:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que se destaca a importância dos dados para a comunicação, as empresas mostram-se mais avançadas face às agências. Enquanto que apenas 42 % das agências revelam ter um analista de dados na equipa, 63 % das empresas assume já o ter integrado. Analisar os dados de earned media e perceber se teve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que se destaca a importância dos dados para a comunicação, as empresas mostram-se mais avançadas face às agências. Enquanto que apenas 42 % das agências revelam ter um analista de dados na equipa, 63 % das empresas assume já o ter integrado.</p>
<p>Analisar os dados de earned media e perceber se teve impacto no negócio nem sempre é uma tarefa fácil. Ainda assim, as agências são as que mais dificuldade apresentam sobre este fator, sendo que apenas 19 % dos inquiridos revela conseguir identificar esse impacto.</p>
<p>Quanto ao uso da IA Generativa, as equipas in-house revelam-se mais abertas ao uso destas ferramentas. “Criação de conteúdo para audiências externas”, “Escrever comunicados de imprensa” e “Desenhar media pitches” são três funções que apresentam uma diferença de 10 % entre agência e as equipas in-house.</p>
<p>Quem consegue controlar melhor as situações de crise? Segundo revela o relatório, tanto as agências como as empresas sentem que têm as ferramentas necessárias para gerir situações de crise, com 72 % e 78 %, respetivamente. Ainda assim, 38 % das agências afirmam ser “Excelentes” a responder a situações de crise, enquanto que apenas 27 % das empresas dizem o mesmo. Por outro lado, as empresas são melhores na prevenção (23 %) do que as agências (14 %).</p>
<p>Sendo o patamar de excelência a ambição de qualquer equipa, o relatório destaca as tarefas em que há uma diferença mínima de 10 % entre as respostas de cada grupo. As agências consideram atingir a excelência em mais tarefas do que as equipas in-house, nomeadamente nas seguintes: “Articular uma narrativa atrativa”, “Avaliar a concorrência”, &#8220;Identificar e colaborar com os influencers e jornalistas mais indicados&#8221; e “Compreender os impulsionadores da reputação da marca”. A única tarefa onde a tendência se inverte é a de “Monitorizar e analisar o sentimento do investidor”.</p>
<p>No que diz respeito ao regime de trabalho, tanto nas agências como nas empresas, a prática mais comum é ter um regime híbrido. Há também uma tendência decrescente no regime presencial nas agências e há mais empresas (28 %) a adotar um regime 100 % remoto.</p>
<p>Enquanto que as agências têm como referência para análise do sucesso nas redes sociais o CTR (61 %), as partilhas (48 %) e a taxa de conversão (42 %), as empresas optam por analisar as impressões (42 %), o alcance (41 %) e as partilhas (40 %). O Instagram é a plataforma de redes sociais mais valiosa para as estratégias das agências, com 84 % de respostas, seguido do LinkedIn, Facebook e YouTube. Para as estratégias das equipas in-house, o Facebook é a rede social de eleição, seguindo-se o Instagram, LinkedIn e YouTube.</p>
<p>Tendo em conta o modelo PESO de media, o relatório conclui que enquanto que as estratégias das agências dependem mais de Earned Media (48 %), nas empresas a tendência é de Paid Media (27 %). Em ambos os casos, Shared Media é o que tem menos percentagem, com 15 % no caso das agências e 18 % no caso das empresas.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que está a mudar nas estratégias de Social Media? A Cision revela</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-que-esta-a-mudar-nas-estrategias-de-social-media-a-cision-revela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 12:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Globalmente, o Facebook é a aplicação mais valiosa para a estratégia global das marcas, seguindo-se o Instagram e o LinkedIn, nesta ordem. No entanto, o cenário altera-se um pouco quando se equiparam os mercados dos Estados Unidos da América (EUA) e da Europa. Enquanto que a Europa mantém a tendência global, nos EUA a ordem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Globalmente, o Facebook é a aplicação mais valiosa para a estratégia global das marcas, seguindo-se o Instagram e o LinkedIn, nesta ordem. No entanto, o cenário altera-se um pouco quando se equiparam os mercados dos Estados Unidos da América (EUA) e da Europa. Enquanto que a Europa mantém a tendência global, nos EUA a ordem inverte-se, passando o LinkedIn a ser a rede social mais relevante, seguida do Instagram e do Facebook.</p>
<p>Se olharmos para a informação do ponto de vista dos setores de atividade, a Cision concluiu que as preferências também registam uma variação. No setor do Entretenimento e Media, o Instagram é a rede social com maior preferência (82%), seguindo-se o LinkedIn (77%) e o Facebook (50%). No setor Financeiro, o Facebook ocupa a primeira posição com 79% das respostas; o LinkedIn ocupa a segunda posição, com 66%; e na terceira posição, com 53%, está o Instagram. O setor da Saúde opta por comunicar mais no Facebook, Instagram e YouTube, por esta ordem. E, por fim, no setor Tecnológico, o LinkedIn lidera as redes sociais; o Facebook ocupa a segunda posição; e o YouTube e o Instagram, ambos com 59%, ocupam a terceira.</p>
<p>No que diz respeito aos influenciadores, o relatório identifica sete tipos de influenciadores: consumidores diários, executivos, colaboradores, microinfluenciadores, jornalistas, social media influencers e celebridades. Nos EUA, os microinfluencers são os mais importantes para as estratégias de comunicação, enquanto que na Europa são os consumidores diários.</p>
<p>Por setor de atividade, tanto no Entretenimento como no Financeiro, os consumidores diários são os mais importantes. No da Saúde e Bem-estar, são os social media influencers; e no Tecnológico, são os executivos.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem ganha mais na publicidade digital?</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/quem-ganha-mais-na-publicidade-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As três gigantes da tecnologia registaram, em 2024, uma receita sobre a publicidade no valor de 416,6 mil milhões de dólares. Apesar de a Google continuar a ser a empresa com maior volume de receita, espera-se que a Amazon obtenha o maior crescimento. Até 2027, a Amazon deve alcançar um crescimento de 60% sobre a [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/quem-ganha-mais-na-publicidade-digital/">Quem ganha mais na publicidade digital?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As três gigantes da tecnologia registaram, em 2024, uma receita sobre a publicidade no valor de 416,6 mil milhões de dólares. Apesar de a Google continuar a ser a empresa com maior volume de receita, espera-se que a Amazon obtenha o maior crescimento.</p>
<p>Até 2027, a Amazon deve alcançar um crescimento de 60% sobre a receita de publicidade, atingindo os 70,8 mil milhões de dólares. Para a Google, prevê-se que o valor chegue aos 340,1 mil milhões de dólares e os 127,2 mil milhões de dólares no caso da Meta.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/quem-ganha-mais-na-publicidade-digital/">Quem ganha mais na publicidade digital?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual o investimento em search ads para 2024? A OnlyAccounts revela</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/qual-o-investimento-em-search-ads-para-2024-a-onlyaccounts-revela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 12:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estima-se que o investimento que as empresas e marcas vão fazer este ano em search ads chegue aos 740 mil milhões de dólares, mais 61 mil milhões de dólares face a 2023. Deste valor, 300 mil milhões serão investidos pelas marcas. Dos mercados que mais investem, o pódio é liderado pelo mercado dos Estados Unidos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estima-se que o investimento que as empresas e marcas vão fazer este ano em search ads chegue aos 740 mil milhões de dólares, mais 61 mil milhões de dólares face a 2023. Deste valor, 300 mil milhões serão investidos pelas marcas. Dos mercados que mais investem, o pódio é liderado pelo mercado dos Estados Unidos da América, com 132 mil milhões de dólares. A segunda posição é ocupada pelo mercado chinês, com um investimento de 61 mil milhões de dólares, e o Reino Unido ocupa a terceira posição, ao investir cerca de 23 mil milhões de dólares.</p>
<p>Face a este tipo de publicidade, os video ads e os influencer ads são outras formas de publicidade no digital que vão registar um elevado investimento, com 191 mil milhões e 35 mil milhões de dólares, respetivamente.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-189691 aligncenter" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68-300x169.jpg" alt="" width="559" height="315" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68-300x169.jpg 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68-1024x576.jpg 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68-768x432.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68-1536x864.jpg 1536w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/02/Infografias-68.jpg 1920w" sizes="(max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Há tendências para as marcas no TikTok em 2024. São só três</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/ha-tendencias-para-as-marcas-no-tiktok-em-2024-sao-so-tres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trendsetter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Creative Bravery. Este é o mindset que o TikTok indentificou como aquele que vai dominar a comunidade da aplicação. É com isto em mente que os marketers devem delinear as suas estratégias, se quiserem estar presentes nesta rede social. Quer isto dizer o quê? Que as marcas devem sair da caixa, criar conteúdo que chame [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Creative Bravery. Este é o mindset que o TikTok indentificou como aquele que vai dominar a comunidade da aplicação. É com isto em mente que os marketers devem delinear as suas estratégias, se quiserem estar presentes nesta rede social. Quer isto dizer o quê? Que as marcas devem sair da caixa, criar conteúdo que chame as pessoas, que as faça identificarem-se com as insígnias.</p>
<p>Para isso, o TikTok identificou três tendências que mostram como as marcas podem ser mais corajosas na produção de conteúdo em 2024:</p>
<ol>
<li><strong>Curiosidade Aguçada</strong></li>
</ol>
<p>Cada vez mais, o TikTok tem servido como uma plataforma onde as audiências vão buscar novos conhecimentos sobre coisas triviais das suas rotinas. Em 2024, prevê-se que essa curiosidade atinja novos níveis. E há duas maneiras de o fazer: por um lado, as marcas devem aproveitar os momentos-chave em que podem entrar na discussão e criar conteúdo que responda às suas necessidade e curiosidade; por outro lado, devem destacar os elementos da sua cultura organizacional que permita uma conexão orgânica numa audiência que apresenta tantas diferenças culturais.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Saiba contar uma história (e com quem)</strong></li>
</ol>
<p>Nos últimos anos, o storytelling dos conteúdos do TikTok tem se tornado cada vez mais previsível. Para 2024, espera-se que haja uma disrupção sobre o mesmo. Como é que as marcas o podem fazer? Segundo o relatório, devem incluir a comunidade naquela que é a formação das suas identidades e narrativas. Convidar criadores a ajudarem a contar as histórias é apontada como uma boa tática.</p>
<p>Se as histórias muitas vezes podem não corresponder à realidade, e entram naquele que é o movimento #delulu, inspirado na frase “Fake it till you make it”, então por que razão as marcas não podem participar nessa conversa? Neste ano, e de forma a criar ligações baseadas na diversão, confiança e no conforto, as marcas deverão ser elas também um pouco “delulu”. O segredo está na capacidade que as audiências vão ter em identificarem-se com as marcas.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Construa confiança</strong></li>
</ol>
<p>Tal como em qualquer plataforma, a linguagem deve ser adaptada para que haja uma maior capacidade de encaixe e identificação das audiências com as marcas. Por isso, há que saber entender o contexto e ser capaz de mostrar às pessoas que as marcas estão nas plataformas e entendem o que se está a passar. É suposto ir além da vontade de vender um produto ou um serviço.</p>
<p>No entanto, também é importante que as marcas se unam a criadores de conteúdo que acreditem e se identifiquem de forma natural com a marca. Se um criador de conteúdo é capaz de transmitir, de forma honesta, aquilo que pensa da marca, a capacidade de que a sua comunidade seja influenciada aumenta.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estas são as tendências que vão marcar o marketing B2B em 2024</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/estas-sao-as-tendencias-que-vao-marcar-o-marketing-b2b-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 09:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trendsetter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inteligência artificial para ajudar a criar Tal como no marketing B2C, também no B2B vai ser uma aliada do processo criativo e estratégico das marcas, sendo o uso que o Homem dá a estas tecnologias o fator diferenciador. Personalização avançada A comunicação em massa tem cada vez menos valor para os clientes. Com o volume [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><strong>Inteligência artificial para ajudar a criar</strong></li>
</ol>
<p>Tal como no marketing B2C, também no B2B vai ser uma aliada do processo criativo e estratégico das marcas, sendo o uso que o Homem dá a estas tecnologias o fator diferenciador.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-188911 " src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58.jpg" alt="" width="480" height="270" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58.jpg 1920w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58-300x169.jpg 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58-1024x576.jpg 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58-768x432.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-58-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<ol start="2">
<li><strong>Personalização avançada</strong></li>
</ol>
<p>A comunicação em massa tem cada vez menos valor para os clientes. Com o volume de informação que as marcas conseguem arrecadar sobre os seus clientes, é essencial que comecem a personalizar as mensagens e a criar ofertas “feitas à medida” das necessidades e das expectativas de cada cliente.</p>
<p>Além da comunicação, a experiência do cliente é outra área a melhorar, através do uso de ferramentas de automação que otimizem o processo de compra. Desta forma, a satisfação e fidelização dos clientes irão aumentar.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Vídeos curtos</strong></li>
</ol>
<p>As plataformas que disponibilizam este tipo de conteúdos, tais como o TikTok, Reels e Shorts, do Instagram e YouTube respetivamente, são uma tendência crescente nas estratégias de marketing, segundo a Martech.</p>
<p>Com este tipo de conteúdos, as marcas ajustam-se aos perfis dos seus clientes, que consomem conteúdos cada vez mais rápidos. Para terem sucesso, estes vídeos têm de ser criativos e “comunicar de forma simples e direta”, garantindo que o objetivo é entreter e informar os clientes e abandonar a ideia de vender os produtos e/ou serviços. A qualidade é também apontada como uma característica essencial deste conteúdo, de maneira a garantir uma transmissão eficaz da mensagem.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Humanizar a comunicação</strong></li>
</ol>
<p>Numa altura em que a tecnologia está a tomar de assalto todos os setores, mais do que nunca as empresas têm de diferenciar, através da comunicação do propósito, valores e cultura. Para este ano, a tendência será partilhar histórias que permitam estabelecer uma identificação e uma conexão com clientes e potenciais clientes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-188912 " src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57.jpg" alt="" width="480" height="270" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57.jpg 1920w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57-300x169.jpg 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57-1024x576.jpg 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57-768x432.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-57-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<ol start="5">
<li><strong>Dados, dados e mais dados</strong></li>
</ol>
<p>A análise de dados tem se revelado cada vez mais importante nas estratégias de marketing. Ainda mais nesta fase em que o uso de tecnologias de IA está a ganhar espaço, a gestão desses dados “será uma peça-chave no sucesso das estratégias das empresas em 2024”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-188913 " src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56.jpg" alt="" width="480" height="270" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56.jpg 1920w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56-300x169.jpg 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56-1024x576.jpg 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56-768x432.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-56-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p>Além de otimizar processos, a análise e a gestão dos dados irão permitir tomadas de decisões mais informadas por parte dos gestores, personalizar a experiência dos clientes e melhorar a eficácia das campanhas.</p>
<ol start="6">
<li><strong>E-commerce B2B</strong></li>
</ol>
<p>A rapidez do processo de compra, a facilidade em alcançar novos clientes e os baixos custos operacionais são aspetos que caracterizam o e-commerce B2B, tornando-o uma tendência para os próximos anos.</p>
<ol start="7">
<li><strong>Vamos falar?</strong></li>
</ol>
<p>O marketing conversacional permite às empresas comunicarem com os clientes em tempo real. Para isso, os chatbots, os assistentes virtuais e o Whatsapp têm sido ferramentas úteis a prestar atendimento ao cliente durante o processo de compra. Além disso, uma vez que pode acelerar o processo de compra, pode ter impactos positivos sobre a conversão de clientes, bem como sobre o nível de satisfação e fidelização dos mesmos.</p>
<ol start="8">
<li><strong>Conte a sua história</strong></li>
</ol>
<p>Muito aliado à tendência da humanização, o storytelling vai ganhar o seu espaço no marketing B2B em 2024. As campanhas passam assim a contar uma história com as quais os clientes ou potenciais clientes se possam identificar, em vez de vender apenas um produto/serviço. O objetivo principal será o de criar e fortalecer a relação entre as empresas e os clientes.</p>
<ol start="9">
<li><strong>Seja Agile</strong></li>
</ol>
<p>Inicialmente proposta nas indústrias das IT, a metodologia Agile aplicou-se ao departamento de marketing, procurando promover a satisfação dos clientes e desenvolver de forma contínua produtos e serviços eficientes, sob a premissa de que equipas organizadas produzem melhores resultados.</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/estas-sao-as-tendencias-que-vao-marcar-o-marketing-b2b-em-2024/">Estas são as tendências que vão marcar o marketing B2B em 2024</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto já se investiu (e vai investir) em social media ads?</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/quanto-e-que-ja-se-investiu-e-vai-investir-em-social-media-ads/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 09:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[trendsetter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.briefing.pt/?p=188606</guid>

					<description><![CDATA[<p>No que diz respeito aos países que mais investiram em social media ads desde 2017, os Estados Unidos da América lideram a tabela, com um somatório de 340,5 mil milhões de dólares. A segunda posição é ocupada pela China (287 mil milhões de dólares) seguidos pelo Reino Unido (46,6 mil milhões de dólares). &#160; Mariana [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/quanto-e-que-ja-se-investiu-e-vai-investir-em-social-media-ads/">Quanto já se investiu (e vai investir) em social media ads?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No que diz respeito aos países que mais investiram em social media ads desde 2017, os Estados Unidos da América lideram a tabela, com um somatório de 340,5 mil milhões de dólares. A segunda posição é ocupada pela China (287 mil milhões de dólares) seguidos pelo Reino Unido (46,6 mil milhões de dólares).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-188611 aligncenter" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48-120x300.jpg" alt="" width="763" height="1908" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48-120x300.jpg 120w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48-410x1024.jpg 410w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48-768x1920.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48-614x1536.jpg 614w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2024/01/Infografias-48.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 763px) 100vw, 763px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Mariana Paulo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/quanto-e-que-ja-se-investiu-e-vai-investir-em-social-media-ads/">Quanto já se investiu (e vai investir) em social media ads?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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