Creative Bravery. Este é o mindset que o TikTok indentificou como aquele que vai dominar a comunidade da aplicação. É com isto em mente que os marketers devem delinear as suas estratégias, se quiserem estar presentes nesta rede social. Quer isto dizer o quê? Que as marcas devem sair da caixa, criar conteúdo que chame as pessoas, que as faça identificarem-se com as insígnias.
Para isso, o TikTok identificou três tendências que mostram como as marcas podem ser mais corajosas na produção de conteúdo em 2024:
- Curiosidade Aguçada
Cada vez mais, o TikTok tem servido como uma plataforma onde as audiências vão buscar novos conhecimentos sobre coisas triviais das suas rotinas. Em 2024, prevê-se que essa curiosidade atinja novos níveis. E há duas maneiras de o fazer: por um lado, as marcas devem aproveitar os momentos-chave em que podem entrar na discussão e criar conteúdo que responda às suas necessidade e curiosidade; por outro lado, devem destacar os elementos da sua cultura organizacional que permita uma conexão orgânica numa audiência que apresenta tantas diferenças culturais.
- Saiba contar uma história (e com quem)
Nos últimos anos, o storytelling dos conteúdos do TikTok tem se tornado cada vez mais previsível. Para 2024, espera-se que haja uma disrupção sobre o mesmo. Como é que as marcas o podem fazer? Segundo o relatório, devem incluir a comunidade naquela que é a formação das suas identidades e narrativas. Convidar criadores a ajudarem a contar as histórias é apontada como uma boa tática.
Se as histórias muitas vezes podem não corresponder à realidade, e entram naquele que é o movimento #delulu, inspirado na frase “Fake it till you make it”, então por que razão as marcas não podem participar nessa conversa? Neste ano, e de forma a criar ligações baseadas na diversão, confiança e no conforto, as marcas deverão ser elas também um pouco “delulu”. O segredo está na capacidade que as audiências vão ter em identificarem-se com as marcas.
- Construa confiança
Tal como em qualquer plataforma, a linguagem deve ser adaptada para que haja uma maior capacidade de encaixe e identificação das audiências com as marcas. Por isso, há que saber entender o contexto e ser capaz de mostrar às pessoas que as marcas estão nas plataformas e entendem o que se está a passar. É suposto ir além da vontade de vender um produto ou um serviço.
No entanto, também é importante que as marcas se unam a criadores de conteúdo que acreditem e se identifiquem de forma natural com a marca. Se um criador de conteúdo é capaz de transmitir, de forma honesta, aquilo que pensa da marca, a capacidade de que a sua comunidade seja influenciada aumenta.
Mariana Paulo

