“A nossa abordagem é sempre personalizada, procurar o conceito da exposição transmitido pelo curador e desenvolver uma linguagem visual que se enquadre com os objetivos da exposição”, afirma o estúdio.
Assim, tendo em conta que a mostra agora inaugurada incide sobre um período do Modernismo Português apresentando obras de autores como Silva Porto ou Columbano Bordalo Pinheiro, o desafio foi “encontrar pontos de ligação entre a composição (layout, tipografia e cor) e o que a exposição pretende transmitir”.
“Para isso, desenvolvemos uma tipografia insinuante com formas puras e simples que permitem mostrar versatilidade, composições e enquadramentos distintos. A tipografia, as formas e a própria grelha desenvolvida permitiram criar blocos de construção e formas que representam conceitos de simplicidade ou complexidade formal tal como as obras representadas”, enquadra a Flúor.

