O processo, e a história de O’phélia, tem vindo a ser partilhado através de webisodes divulgados nas páginas de Facebook e Instagram da Jameson Portugal.
Com o objetivo de poder oferecer aos apreciadores de whiskey e de cerveja artesanal uma experiência de consumo “exclusiva e inesquecível”, as duas marcas uniram-se para criar uma nova bebida. O resultado está agora numa edição especial de apenas 3.500 garrafas.
Com base de Irisg Red Ale, a O’phélia apresenta-se como uma cerveja “mais robusta” resultado do estágio que lhe foi conferido nos barris de Jameson, tendo assim ganho “fortes notas de carvalho e um final de boca de sabor a caramelo”, informa a marca de whiskey.
“Quisemos replicar a primeira fase deste processo em Portugal, convidando uma microcervejeira artesanal nacional a quem cedemos alguns barris carregados de sabor de Jameson para que neles, uma nova cerveja portuguesa também pudesse estagiar. O resultado é O’phélia, uma cerveja extraordinária que nos remete para um processo ímpar no sector dando aos nossos consumidores uma nova experiência de consumo”, explica o diretor de Marketing da Pernord Ricard Portugal, Bruno Calvão.
“Na nossa empresa procuramos sempre inovar e foi, exatamente, com esse espírito que aceitámos a ideia da Jameson, que nos permitiu envelhecer uma cerveja em barris de whiskey. A tradição do whiskey, tal com a da cerveja, reveste-se de um cariz artesanal, onde a persistência, a dedicação e a paixão são peças essenciais. Foi uma ligação sensacional que nos permitiu ficar a conhecer mais sobre o processo de produção de whiskey e contribuir para a criação de uma nova experiência no mercado das cervejas artesanais em Portugal”, comenta o headbrewer da Faustino Microcervejeira, empresa produtora da cerveja Maldita, Gonçalo Faustino.

