No entanto, a proporção de palavras “bloqueadas” não é científica, uma vez que o Financial Times não revela a receita exata que advém da publicidade, afirma o diretor global de vendas, Dominc Good. “É mais ilustrativo do que especifico”, afirma.
A publicação elegeu um grupo de teste para desenvolver esta ação, que compreende utilizadores de desktop que não pagam subscrição ao Financial Times, e que representam cerca de 0.075% do tráfego da empresa.
Assim, parte destes utilizadores não vão receber qualquer mensagem, alguns serão convidados a “aprovar” os anúncios do site do Financial Times conseguindo, assim, ler os artigos na íntegra, e outros veem os artigos com espaços em branco.
A empresa vai avaliar os resultados daqui a três ou quatro semanas.

