No que toca à igualdade de género, a meta é que 35% da força de trabalho seja feminina, com o Twitter a pretender uma quota de 16% entre o pessoal técnico e de 25% entre a estrutura de liderança nos Estados Unidos. Não é um crescimento muito significativo, atendendo a que atualmente 34% dos trabalhadores é do sexo feminino, com as mulheres a ocuparem 13% dos lugares técnicos e 22% das funções de chefia.
Ao mesmo tempo, o Twitter quer aumentar a representatividade das minorias para 11% a força de trabalho. Neste âmbito, não há dados para comparar, pois a empresa não os tornou públicos.
O que a empresa pretende, segundo um post da vice-presidente para a diversidade e inclusão, Janet Van Huysse, é “refletir a diversidade de pessoas que usam o Twitter”.

