Em causa, o branding da empresa de pós-produção de cinema sediada em Berlim para o qual foi utilizada a tecnologia de motion capture. Que os três criativos nacionais explicam assim: “Troll é uma identidade de outro mundo. A exploração do nome próprio do cliente potencia um imaginário singular e figurativo, com personalidade própria. Uma character brand”.
Nome do cliente? Felix Trolldenier. Numa primeira perspetiva parecia negativo, mas depois foi olhado com uma mais-valia, abreviado e transformado em marca. Toda a identidade se baseia na figura do Troll, usando a tipografia como elemento figurativo mas com personalidade expressão.
O logotipo queria-se reativo, temperamental e carismático. E ganhou vida com a tecnologia de motion capture, que permite replicar movimentos reais associando-os à tipografia usada na identidade.
Na shortlist de Design estavam também a Leo Burnett Lisboa, com o projeto “Uma brochura feita completamente sem energia”, para a Fundação EDP, e a MSTF Partners, com “Tell a Story”.
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