No que respeita aos perfis, o ensaísta é o protótipo do consumidor de luxo chinês, focado em absorver as especificidades culturais próprias dos locais que visita. O autobiógrafo representa o consumidor de luxo russo, que vivencia o expoente máximo da vida perfeita, projetando-a de modo a promover-se. Já o poeta livre é o consumidor de luxo do Médio-Oriente, que tenta descobrir marcas ou experiências que lhes confiram exclusividade.
Num comentário às conclusões do estudo, o diretor-geral da UM Portugal, Pedro Batista, afirma que conhecer o perfil dos consumidores de vens de luxo, nomeadamente dos influenciadores, é uma mais-valia para a diferenciação das mensagens num contexto de crescimento do mercado de luxo.
Este estudo foi levado em cabo em mercados como Londres, Moscovo, Riade, Dubai, Shangai e Hong Kong e resulta do trabalho da rede internacional da UM com marcas de luxo como a Tiffany & Co. ou a Harrods.

