Mais de oito mil pessoas nos Estados Unidos, Europa, Rússia, Brasil e China serviram de base a este estudo que analisou hábitos e expetativas, bem como o papel da tecnologia na vida dos consumidores.
E a conclusão transversal é a de que a internet já não é uma novidade e o consumidor é a prioridade número um. A partir daí emergem as oito tendências:
1. Valorizem-me – Os consumidores estão cientes de que a sua atividade online é valiosa para as marcas: 45% dos consumidores online globais estão dispostos a vender os seus dados à marca certa e pelo preço certo.
2. As minhas estatísticas – As pessoas gostam de poder medir o desempenho diário dos seus corpos e mentes: 55% dos consumidores estão mais propensos a comprar um produto ou serviço de uma marca que os ajude a identificar formas de melhorar a qualidade de vida.
3. O direito ao anonimato – Os consumidores querem controlar a sua pegada digital: 65% dos entrevistados dizem ter mais tendência para comprar produtos de marcas que permitem o controlo da sua privacidade.
4. Redes de nicho – 41% dos entrevistados utilizam redes sociais especializadas e preferem esta experiência em detrimento das redes sociais generalistas. E 53% preferem interagir com uma marca se esta permitir a satisfação dos seus interesses específicos.
5. O culto da criação – 49% dos consumidores espera que as marcas sejam abertas e lhes permitam participar na criação de um novo produto ou serviço a partir do design e funcionalidades originais.
6. Estar On de modo inteligente – Mais de metade dos consumidores (54%) espera que as marcas saibam o momento exato para falarem com eles.
7. À espera de surpresas – 61% dos consumidores têm maior tendência a comprar um produto ou serviço de uma marca que oferece experiências surpreendentemente agradáveis.
8. O digital na vida real – 61% dos entrevistados estão mais inclinados a comprar uma marca que permite acesso aos seus produtos tanto numa loja física como virtual.

