Lamentando “muito que 15 anos de trabalho na Rádio e na Televisão Públicas terminem desta forma”, Nuno Santos adianta que foi “sem surpresa” que recebeu “este desfecho anunciado”.
O jornalista estava suspenso desde 7 de dezembro, depois de lhe ter sido instaurado um processo disciplinar na sequência do chamado caso dos brutos, relativo à entrega à PSP de imagens não editadas da manifestação de novembro e dos protestos à porta do parlamento.
A decisão do Conselho de Administração da RTP foi-lhe comunicada terça-feira: trata-se de um despedimento por justa causa, sem direito a indemnização, sob acusação de violação dos direitos de obediência e lealdade.
Fonte: Briefing

