“Imagine um dia sem notícias das zonas de conflito, um dia em que seja demasiado perigoso para os jornalistas cobrir esses acontecimentos, um dia em que os riscos sejam demasiado grandes e o apoio demasiado pequeno” é a mensagem subjacente.
Os organizadores desta iniciativa, que tem recolhido apoios nos principais meios de comunicação social mundiais, pretendem promover uma “agenda diplomática, institucional e legal” para combater mais eficazmente a morte de jornalistas em conflitos armados, bem como para investigar e reunir provas que apoiem casos passíveis de serem julgados.
A campanha trabalha com organizações como o Comité para a Proteção dos Jornalistas, os Repórteres sem Fronteiras e a Human Rights Watch. São números destas organizações que suportam a iniciativa: 971 jornalistas mortos desde 1992, um aumento de 42 por cento em 2012.
Fonte: ADWN

