O convite para apoiar o filme foi feito à Herdade das Servas pela Câmara Municipal de Vila Viçosa, cidade alentejana situada perto de Estremoz e onde nasceu Florbela Espanca. “Aceitámos com muito gosto [o convite], ainda mais porque vem ao encontro dos apoios – com cariz sociocultural – e iniciativas que desenvolvemos, como foi, por exemplo, o caso do vinho ‘Herdade das Servas Amália tinto 2006’, uma homenagem à grande senhora do fado”, explica Luis Mira, administrador da Herdade das Servas, ao Briefing.
Esta é também uma forma de a marca de vinhos dar a conhecer os seus produtos e, por conseguinte, “uma ação de marketing”, admite o responsável. “Temos, contudo, tido sempre uma postura de nos associarmos ou de criarmos ações que vão ao encontro do perfil dos vinhos e do posicinamento do projeto Herdade das Servas”, adianta.
Contudo, ao contrário da inciativa criada para homagear Amália Rodrigues, cujas receitas reverteram a favor da fundação com o mesmo nome, a lógica de apoio ao filme “Florbela” não lhe é semelhante.
Apesar de considerar “prematuro” falar de outras homenagens, Luis Mira deixa no ar: “Temos algumas ideias em cima da mesa”.
No âmbito do apoio ao filme, as duas sessões de antestreia de “Florbela” – hoje no cinema São Jorge, em Lisboa, e sexta-feira no Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa – vão ser brindadas com os vinhos da Herdade das Servas, sendo os presentes convidados a degustar o “Monte das Servas Escolha branco 2010” e “Herdade das Servas Touriga Nacional tinto 2006”.
Fonte: Briefing e Joana Pratas


