A CUPRA aquece os motores no metaverso. Vem aí o metahype

Metahype. Será um espaço colaborativo, onde marcas, startups e criadores vão poder proporcionar uma variedade de eventos e experiências disruptivas, para as pessoas se conhecerem, e criarem e partilharem cultura. A CUPRA ainda não o lançou, mas irá fazê-lo no metaverso.

 

Vai ser sobre colaboração, por isso, a marca irá trabalhar em conjunto com parceiros, como o Primavera Sound, no mundo da música, ou a U-BEAT, no entretenimento. A lógica será sempre a de inspirar a nova geração. “No fundo, estamos a criar um espaço onde marcas e pessoas possam interagir, partilhando conteúdo artístico e NFT, apresentando produtos digitais e físicos, transmitindo conteúdo relevante e criando eventos”, explica a diretora de Marketing da CUPRA e SEAT, Cristina Rola.

Na sua visão, o metaverso dá a oportunidade às insígnias de criarem experiências imersivas para os seus clientes e potenciais clientes. “Na Web3, os clientes não são apenas seguidores de marcas, eles querem cocriar e colaborar com elas, no sentido de passarem, também eles, a ser parte da experiência de marca”, continua e acrescenta que, para a CUPRA, isto representa uma grande oportunidade, no sentido em que permite um maior envolvimento com a sua comunidade.

A responsável defende que a marca é jovem, e tem uma atitude disruptiva, um espírito rebelde e uma mentalidade não convencional, pelo que proporcionar experiências disruptivas faz parte do seu ADN. Neste caso, do metaverso, este proporciona ainda uma forma única de se envolver com a nova geração. “Queremos proporcionar, à nossa tribo, novas experiências, que desafiem o status quo e provem que a CUPRA é mais do que uma marca automóvel”, assegura.

Apesar de o Metahype ainda não ter sido lançado, os desafios já foram e estão a ser muitos; no entanto, é o caminho que querem percorrer. Afinal, têm de se adaptar a este novo mundo, onde vivem conscientes de que é preciso evoluir, em especial, num setor tão tradicional como aquele em que atuam. “Enquanto marca jovem e progressista, não temos medo de fazer as coisas de forma diferente em ambos os mundos – no real e no virtual”, afirma.

A insígnia acredita que o metaverso lhe vai trazer a oportunidade de interagir de uma outra forma, “mais autêntica e profunda”, com a nova geração. “Quando abrimos as portas do nosso mundo à cocriação e valorizamos os resultados que daí advém, ganhamos valor enquanto marca”, termina Cristina Rola.

 

carolinaneves@newsengage.pt

Segunda-feira, 09 Janeiro 2023 12:17


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