A participação no festival tem, segundo a porta-voz, um propósito muito claro: “aproximar a marca das pessoas, num ambiente onde a emoção, a criatividade e a autenticidade se vivem de forma espontânea”. “Este é um palco estratégico para reforçar a reputação emocional da marca, atrair talento, promover diversidade e mostrar quem somos, fora dos contextos tradicionais”, diz, comentando que este contacto direto aumenta a acessibilidade e relevância, sobretudo junto das novas gerações, com quem a marca quer “moldar o futuro, com confiança”.
Sob o mote “Music Shapes You” e guiada pela assinatura global “Shape the Future with Confidence”, a EY volta ao recinto com uma proposta “ainda mais inclusiva, próxima e interativa”, num stand pensado para gerar experiências “com significado e diálogo genuíno”. São novidades este ano um estúdio televisivo pop-up no stand, onde foi gravado o videocast “Palavra de CEO”, e uma ativação solidária. Esta, criada em parceria com o Movimento 1 Euro, transforma cada passo dado numa experiência interativa, que vale 1 Euro, até 5.000€ por dia, convertido em apoio direto a causas sociais.
“Queremos mostrar que é possível juntar negócio, diversão, entretenimento, impacto social e propósito numa mesma ação — e que a EY é uma marca jovial, atenta, presente e com vontade de contribuir para uma sociedade mais justa, empática e com futuro. Queremos surpreender, emocionar e deixar uma marca real”, afirma, apontando o festival como a expressão mais visível da ligação “contínua e estratégica” da EY à cultura. Uma aposta que, assegura, estende-se à arte e ao apoio a talentos emergentes, e está refletida na galeria de arte da sede em Lisboa, onde expõem jovens artistas e acolhe obras de artistas como Rueffa, Pitanga ou Cabrita Reis.
“Acreditamos que a cultura vai além do entretenimento e que tem o poder de desafiar perspetivas, criar empatia e gerar inovação. Por isso, integramo-la no nosso dia a dia como veículo de inclusão e como forma de atrair e envolver públicos diversos. Aproximar-nos da cultura é aproximar-nos das pessoas — de forma autêntica, relevante e com propósito”, remata.
Sofia Dutra


