A iniciativa, que está disponível numa plataforma digital de acesso livre e em constante expansão, reúne marcas nacionais e internacionais que operam ou operaram em Portugal, estejam atualmente ativas ou já extintas. Entre as peças disponíveis, incluem-se: objetos de design industrial, embalagens, peças publicitárias, cartazes, rótulos, protótipos, maquetes, anúncios e outros artefactos ligados à indústria gráfica, à pré-produção e impressão, e à comunicação visual. Além disso, existem também conteúdos relacionados com as marcas e exposições digitais, criadas em parceria com outras instituições.
De acordo com a direção do Museu do Caramulo, transversal ao Museu das Marcas, a investigação e a produção de conteúdos sobre as marcas contam com o apoio de um conselho consultivo constituído por curadores e historiadores, enquanto o acervo se vê complementado por materiais fornecidos pelas próprias insígnias e empresas participantes.
A organização acredita que existe atualmente um crescente interesse e ligação, do público às marcas portuguesas, fazendo deste um projeto “muito desejado e inevitável”.
Todas as peças da coleção são conservadas, digitalizadas, fotografadas e catalogadas por uma equipa multidisciplinar, sendo publicadas regularmente no site e nas redes sociais. Este processo conta ainda com o apoio da Google, através do seu Art Camera Loaner Program, permitindo a captura em alta resolução e a disponibilização das imagens na Google Arts & Culture.
Esta iniciativa arranca com sete parceiros fundadores, nomeadamente: EDP, Central de Cervejas e Bebidas, Olá, El Corte Inglés, Fidelidade, Olegário Fernandes e Netsonda.
Simão Raposo







