O principal desafio passou por romper com o modelo clássico de comunicação institucional e transformá-lo numa marca com “empatia, voz própria e capacidade de criar ligação emocional”. Além disso, o trabalho procurou clarificar e unificar o papel da TMP enquanto autoridade metropolitana de transportes, criando uma “identidade flexível, preparada para múltiplos contextos, públicos e canais”.
O Design Lead da Bastarda explica que o ponto de partida foi reconhecer que a mobilidade é, acima de tudo, “uma experiência profundamente humana”. Alexandre Sousa acrescenta que quando se trabalha uma marca pública, a responsabilidade é acrescida, visto que cada decisão tem impacto direto no dia a dia de milhares de pessoas.
Para dar corpo a esta estratégia, foram desenvolvidas várias aplicações transversais da marca. A identidade gráfica modular adapta-se a diferentes formatos e contextos. Já a comunicação externa, comunica de forma “clara e empática” em avisos, transportes e canais digitais. Por sua vez, a comunicação interna privilegia uma linguagem “acolhedora e inclusiva”, sendo que os materiais para stakeholders reforçam “confiança, continuidade e presença institucional”.
Simão Raposo

