“Cumprimos! Correspondemos às expetativas e à confiança que os clientes depositaram em nós”, começa por dizer o diretor Executivo da Arena Media, Rodrigo Albuquerque, a propósito da distinção como Agência de Meios do Ano 2021, nos Prémios à Eficácia da Comunicação 2021. “E cumprimos porque a qualidade do nosso trabalho se refletiu em eficácia e contribuiu para que estas campanhas superassem os seus objetivos e trouxessem retorno e negócio para as marcas, que é o objetivo final da comunicação”, nota, salientando que o ano e o contexto foram extremamente difíceis para a indústria.
O responsável observa que a sua equipa não só não baixou os braços, como soube adaptar-se “rapidamente aos novos modelos de trabalho, tendo sido também ágil, célere e flexível na resposta às profundas e constantes necessidades de adaptação das marcas”, mantendo sempre o foco naquilo que é mais importante: os resultados dos clientes. Sobre os prémios Eficácia, lembra que são os únicos galardões em Portugal que premeiam o trabalho conjunto dos anunciantes e das suas agências com base na eficácia medida e comprovada das suas campanhas de comunicação.
Afirma, ainda, que a eleição Agência do Ano resulta da soma ponderada de todos os prémios conquistados, que, neste caso, foram 10, sendo que o facto de a agência ter sido reconhecida pela 6.ª vez, aumenta a responsabilidade – “sobretudo, porque a Eficácia é claramente um dos pilares que sustenta o nosso trabalho, está no nosso ADN, na base de tudo o que fazemos, desde sempre”. Frisa, a propósito, que os prémios conquistados este ano fazem parte de um trabalho e de uma caminhada “muito sólida”, de muitos anos, sustentada na permanente transformação da agência para acompanhar a transformação da indústria. “Premeiam a eficácia medida e comprovada das campanhas de comunicação no negócio das marcas. Por isso vemos esta distinção como um ´selo´ de qualidade que muito nos orgulha”, adianta.
Quando questionado sobre uma campanha que gostasse especialmente de desenvolver, Rodrigo Albuquerque começa por referir que na Arena Media, pela diversidade dos clientes, trabalham com bastantes marcas diferentes, setores de atividade e tipos de territórios, como a música, o futebol, ou a cultura. Prossegue, indicando que nos anos mais recentes têm também apoiado clientes na transformação digital, especificamente em projetos de e-commerce e exportação, pelo que possuem experiência sólida em todas as fases do funil de comunicação – desde a fase de branding, a campanhas de digital performance totalmente focadas na conversão online. “Temos tido igualmente a sorte e a oportunidade de trabalhar em projetos/campanhas de lançamento ou de rebranding de algumas das marcas mais importantes do País, o que é extremamente gratificante e enriquecedor para a agência. Por isso não existe muito esse sentimento”, esclarece.
Numa abordagem às dificuldades decorrentes da pandemia, Rodrigo Albuquerque reconhece que há um shift claro no mercado naquilo que é ou deve ser o papel de uma agência de meios na sua relação com os clientes. “O ano passado e o corrente foram de grande aceleração dessa mudança, sendo que o caminho que estamos a fazer permite-nos deixar de ser ´apenas´ a agência de meios dos nossos clientes, posicionando-nos como um parceiro e consultor de negócio, no qual a compra de espaço de media é mais um dos âmbitos da nossa atuação”, refere. Paralelamente, reconhece que o grande desafio, não só da Arena, como de todas as agências de meios, tem sido a necessidade de especialização e integração das várias disciplinas do meio digital, que hoje em dia não se encerram apenas na gestão de espaço publicitário, pela sua grande complexidade. “Exige-se um enorme grau de profundidade, expertise e elevadíssimos SLA de resposta em determinadas disciplinas, mas mantendo sempre o domínio e controlo na capacidade e resposta estratégica, e transversalidade da comunicação como um todo, bem como uma ligação permanente com as agências criativas, de modo a ganhar agilidade e rapidez, uma vez que hoje tudo acontece mais rápido”, destaca. Acresce que, para Rodrigo Albuquerque, a criatividade continua a ser um dos fatores chave de sucesso: “fala-se muito de tecnologia, transformação digital, e impacto da fragmentação na transformação dos modelos de comunicações dos anunciantes, que são, sem dúvida, aspetos fundamentais. Porém, uma boa ideia e capacidade de inovação contínua continuarão provavelmente a ser os fatores mais relevantes para o sucesso das marcas, sobretudo se forem trabalhados de forma constante”. “Temos várias evidências deste facto, tanto em campanhas pontuais, como a médio prazo, como reflexo no Equity das marcas”, remata.

