Este rebranding visa, segundo Carlos Tavares, conciliar a história da instituição – cumpre 175 anos – com a sua visão de futuro.
Assim, o património visual da marca mantém-se, mas evoluiu: assim, o pelicano, que é o símbolo do Montepio desde o primeiro dia, trocou a pose protetora por uma nova postura corporal, surgindo de cabeça erguida e peito exposto, de modo a afirmar força e confiança.
Também a paleta cromática espelha a mudança na continuidade: o azul, que representa o legado do banco, afirma-se agora mais aberto, visando transmitir confiança, segurança e determinação, enquanto o amarelo tem uma presença mais vibrante, de modo a transmitir otimismo e energia, proximidade, inovação e renovação.
O próprio lettering mudou: é agora mais geométrico e, com isso, o banco quer passar as mensagens de modernidade e força.
Intervindo igualmente na sessão de apresentação da nova imagem, a presidente executiva do Montepio, Dulce Mota, sublinhou que o banco constitui uma marca forte no universo financeiro, com um ADN de “características genuínas” como a tradição, a proximidade e o apoio à economia social.
A nova identidade visual é, em seu entender, um “passo interessante” numa marca que se quer manter próxima dos clientes, mas também estar presente nos desafios que se colocam *a banca no futuro.
Tal como Carlos Tavares, enfatizou a portugalidade, afirmando que é um banco português e que trabalha para os portugueses.


