A campanha pretende mostrar a incapacidade de plataformas como o ChatGPT de abordarem problemas concretos e catástrofes que atingem a vida de várias pessoas de todo o mundo.
“Só nós, humanos, temos o poder de pressionar, reinvindicar, denunciar, lutar. Nenhuma tecnologia ou algoritmo o vai fazer por nós. É isso que esta campanha, de uma forma muito simples, pretende transmitir”, afirma o CEO da agência, Miguel Ralha.
A campanha, além de estar presente no digital e na imprensa, tem uma landing page com o Chat Powered by People. Esta plataforma é um chat sem bots, apenas com as pessoas que trabalham na associação, e com as quais é possível conversar e saber um mais sobre o seu trabalho.

