A GNR e a FlixBus pretendem reforçar a mensagem de que viajar com o cinto de segurança é mais do que uma obrigação legal: acima de tudo, é uma atitude responsável que protege os passageiros em caso de acidente e que deve ser adotada por todos aqueles que viajam nos chamados expressos. Além disso, tal como acontece nas viaturas particulares, a não utilização do cinto de segurança nos autocarros de longo curso constitui uma infração à lei, sujeita a uma coima no valor mínimo de 120 euros.
A campanha procura, de “forma leve e próxima da rotina dos passageiros”, associar o gesto de apertar o cinto de segurança – o “click” – a outros comportamentos habituais durante uma viagem de autocarro, como colocar os auscultadores ou ouvir música. O objetivo é sensibilizar, especialmente o público mais jovem, para o uso do cinto como um hábito natural e integrado na experiência de viagem.
No âmbito da iniciativa, as duas entidades irão realizar ações de sensibilização e de fiscalização a bordo de viagens, por todo o País, com o objetivo de alertar para a importância e obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança. A comunicação no digital e nos autocarros que operam em Portugal também será reforçada.
“Apesar de o uso do cinto de segurança ser obrigatório, sabemos que nem sempre é uma prática habitual entre os nossos passageiros. Com esta campanha, queremos reforçar a importância da sua utilização e promover comportamentos a bordo alinhados com os que já são adotados em veículos particulares”, afirma o diretor de Operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves.
O responsável acrescenta que é com “grande satisfação” que fazem a campanha em parceria com a GNR, uma vez que esta “desempenha um papel essencial na promoção da segurança rodoviária em Portugal, não apenas através da fiscalização, mas também pela via da educação e da prevenção”.
Carolina Neves


