O filme da campanha conta a história real da avó Isabel Martins, de 70 anos, que se sentiu mais sozinha com a pandemia, e foi quando adotou a Polina e o Rocco na União Zoófila que viu a sua vida melhorar. “O meu momento favorito com os cães é quando chego a casa. É a alegria de ter quem me receba”, diz.
Segundo o cofundador e psicólogo d’A Avó Veio Trabalhar, Ângelo Campota, “o dia tem 24 horas, portanto às seis da tarde percebe-se que algumas avós comecem a sofrer por antecipação por terem de voltar a uma casa que está vazia. Quando têm animais deixa de ser um problema voltar para a casa, porque ela está preenchida”.
No âmbito da campanha, e para incentivar que pessoas de todas as idades adotem animais, a MAPFRE, até dia 31 de maio, irá oferecer um ano de seguro animal para qualquer patudo que esteja à espera de um lar há mais de dois anos na União Zoófila, e que seja adotado durante o período desta campanha.
“Queremos romper com o padrão de comunicação na categoria de seguros, neste caso, do seguro animal e dar voz a temas e discussões relevantes para a nossa sociedade. Já começámos a construir esta história ao trazermos à luz o tema da adoção de animais pretos na nossa última campanha. Agora escolhemos chamar a atenção para a temática da solidão, tão presente no nosso País, ao mesmo tempo que alertamos para a situação de abandono de diversos animais”, explica o diretor de Marketing e Clientes da MAPFRE Seguros, João Gama.

