Segundo o The New York Times, a mudança vai acontecer a partir de março de 2016, numa tentativa de conquistar um novo público.
Os ensaios com modelos femininos em poses sensuais continuarão a existir, mas a nudez completa deixará de figurar nas páginas da revista norte-americana.
O diretor executivo Scott Flander explica que se trata de uma resposta à internet, que oferece tudo a “um click de distância”. “Por isso, as modelos nuas são apenas passado nesta conjuntura”, afirma.
A mudança já é visível no site da Playboy, que sofreu, em agosto, um rebranding com o objetivo de se tornar mais “friendly”.
A “nova” Playboy será classificada com o selo PG-13, atribuído a conteúdos para maiores de 13 anos, num esforço para conter o declínio no número de leitores. As vendas da revista registaram uma queda de 5,6 milhões de exemplares em 1975, para apenas 800 milhares em 2015.

