A UC troca o discurso clássico por “um abanão bem calculado”. A equipa criativa explica que o objetivo não é aliviar a pressão, mas usá-la com “inteligência criativa”. Acrescenta que o tom é “direto, quase desconcertante e ganha ainda mais força” pela forma como chega ao público: através de múpis instalados à porta de várias escolas secundárias, sem qualquer identificação direta da instituição de ensino.
A identidade visual tem a intenção de refletir o equilíbrio entre “provocação e acessibilidade”, através de elementos tradicionais da UC que surgem integrados com nuvens e composições gráficas fluídas, remetendo à leveza e à liberdade de escolha.
Além da presença offline, que estará em 100 posições durante quatro semanas, a campanha vive no universo digital com uma landing page interativa, onde os futuros estudantes podem explorar dados sobre empregabilidade, rankings internacionais, oferta formativa e testemunhos reais de alunos. Nas redes sociais, é possível aceder a conteúdos “espontâneos” e vox pops, com influenciadores e ex-alunos que partilham como a universidade moldou os seus percursos.
Simão Raposo

