O evento vai incluir também demonstrações de hardware (impressão 3D e robótica, por exemplo), quizzes, uma competição de segurança, projeção de filmes, jogos surpresa e, até, experiências culinárias. A somar a tudo isto, há ainda a oportunidade de alguns participantes do concurso entrarem num programa de aceleração pós-Pixels e levarem os projetos para o próximo nível.
Jeff Burtoft irá falar sobre “Progressive Web Apps” e a experiência de trabalhar diariamente com os developers que constroem aplicações para a Internet. Já Christian Heilmann partilhará o know-how de 20 anos em web development.
“Portugal é hoje, orgulhosamente, um sinónimo inquestionável de capacidade tecnológica, criatividade e excelência que se faz notar por todo o mundo. Este talento merece a recuperação de um formato genuíno, inesquecível, feito a pensar nos seus participantes, que seja um enorme catalisador das suas capacidades e mérito e uma montra de conteúdos sobre tudo o que é emergente e inovador no mundo digital”, refere Celso Martinho, CEO e fundador da Bright Pixel.
Sobre o Pixels Camp, Pedro Rocha Vieira, cofundador e CEO da Beta-i, afirma que “Lisboa receberá um dos maiores eventos tecnológicos da Europa, com quase mil programadores, ao longo de três dias de conferências, que promete estimular a criatividade de centenas de hackers durante 48 horas”.
O Pixels Camp, que se realiza de 6 a 8 de outubro no LX Factory, em Lisboa, conta com o apoio e participação dos parceiros Feedzai, NOS, OutSystems, Sonae, Bit, Microsoft, Cisco, GitHub, Google, Aptoide, Unbabel, Uniplaces, Equal Experts, Whitesmith e Present Technologies.
As inscrições estão abertas até amanhã.


