Cláudia Carvalho embarca na Impressão Digital

A diretora de Marketing da Portugal Duty Free assume uma preferência por destinos que a desafiem e a obriguem a sair da zona de conforto. Inquieta por natureza, diz não ser capaz de ficar parada. Cláudia Carvalho define-se ainda como “especialista em malas pequenas” e, mesmo quando viaja em modo improvisado, garante que não abdica de levar consigo uma bebida da “melhor garrafeira de Portugal”.

Cláudia Carvalho embarca na Impressão Digital

Um livro memorável

“Ensaio sobre a Cegueira”, de José Saramago. Um clássico que descreve muito bem como a sociedade reage a uma crise… e como é fácil desligarmos dos sentimentos. Não deixa de ter um paralelismo com o que temos vivido ultimamente.

A série que estou a assistir

Não sou de séries – e não é por falta de vontade, é mesmo por falta de foco. As minhas noites são um zapping entre cozinhar (funcionalmente!), e momentos de qualidade em casa que variam desde jogos, conversar com a minha filha e fazer atividades curtas e diferentes. Agora estamos a fazer um LEGO. Sabiam que podem encontrar esta loja no aeroporto de Lisboa?! Nos momentos de pausa, vou espreitando as redes sociais.

Banda sonora da vida

Fado, claro – do tradicional ao mais recente, como a Sara Correia (recentemente responsável por um dos concertos da minha vida). Mas o meu Spotify também tem uma variedade única… culpa (ou mérito) de quem tem filhos! Alguém se revê?

O hobby

Estar com os meus – sem notificações, se possível. De preferência, com mar à frente e vento na cara. Terapia gratuita.

Um destino inesquecível

Pergunta impossível. Quénia, Moçambique, Argentina ou Pequim. No fundo, gosto de tudo o que me tira da zona de conforto e me devolve genuinidade.

O que não pode faltar na mala de viagem 

Sou especialista em malas pequenas (low-cost, a quanto obrigas). Óculos e lentes de contacto são obrigatórios. O resto… improvisa-se.

O que me faz sentir em casa 

Família e amigos. Não preciso de mais nada – são as pessoas que fazem o lugar.

Ir ou regressar

Regressar, porque implica que fui. Não sou pessoa de ficar parada.

Se tivesse um superpoder, seria…

Saúde infinita. Sem efeitos secundários, de preferência.

Uma marca de sempre 

Trabalhar na Portugal Duty Free tira-nos o hábito de “ter só uma marca”. A inovação atrai-me – gosto de experimentar, e interesso-me pelo storytelling e benefícios dos produtos. Hoje, valorizo mais o propósito que o “selo de segurança” de uma marca reconhecida.

O risco que vale a pena correr

Continuar a ser a empática e acreditar no lado bom das pessoas. Nem sempre está na moda, mas continuo a achar que compensa.

Uma frase que me inspira

“Ter luz não é sobre brilhar, é sobre iluminar”. Volto a ela muitas vezes – eu própria a desenhei num quadro. No ritmo em que vivemos, lembra-me que somos feitos uns dos outros.

Se não fosse marketeer seria…

Arquiteta. Foi a escolha B por insegurança no futuro. E a minha mente metódica e racional levou a melhor! Mas no marketing há um sentido de estética, funcionalidade e praticidade do utilizador que é comum à arquitetura.

O que nunca passa de moda 

Portugal! Desde a tradição, às praias, ao povo caloroso que somos… nunca passámos de moda e deverá continuar assim!

O produto obrigatório para comprar na Portugal Duty Free

Tudo que se espera encontrar nas nossas lojas (perfumes, chocolates, souvenirs…), mas digo com algum orgulho – temos a melhor garrafeira de Portugal – e é difícil sair de lá sem levar “um bocadinho de Portugal”. Mesmo que a mala já vá no limite.

Quinta-feira, 14 Maio 2026 09:07


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