A presença digital é, para a Cofidis, mais do que um canal – é uma expressão concreta da missão de simplificar e humanizar o mundo financeiro. “O digital permite-nos estar onde os nossos Clientes e Parceiros estão, responder com agilidade às suas necessidades e oferecer experiências cada vez mais personalizadas, simples e úteis”, começa por afirmar a diretora Financeira e Jurídica da Cofidis Portugal, Pavlina Borovkova. Uma presença que qualifica como estratégica, uma vez que garante escalabilidade, consistência e proximidade, reforçando o compromisso de longo prazo com uma relação de confiança, de pessoas para pessoas.
A estratégia de digitalização da marca assenta numa visão clara: usar a tecnologia para criar valor real e impacto positivo.
“Na Cofidis, colocamos a experiência dos nossos Clientes e Parceiros no centro de todas as decisões”. Isso significa, diz, desenvolver soluções “simples, úteis e ajustadas” aos diferentes momentos da vida financeira das pessoas, sustentadas por dados e impulsionadas pela inovação.
Exemplo disso é a Cofidis Traduz, uma nova ferramenta digital que traduz automaticamente termos financeiros encontrados online, tornando a linguagem financeira mais acessível e promovendo a literacia financeira. “Esta ferramenta, gratuita e já disponível para Google Chrome e Edge, representa o equilíbrio entre inovação tecnológica e responsabilidade social”, assegura.
Na sua opinião, é da coerência entre aquilo que promete e que entrega que nasce a diferenciação da empresa. “A inovação na Cofidis é estratégica, não é episódica”, nota, apontando a Cofidis Traduz como um bom exemplo disso: “Ao traduzir automaticamente mais de 300 termos financeiros enquanto as pessoas navegam online, estamos a intervir num problema real, com uma solução simples, gratuita e de utilidade imediata”. “Não se trata apenas de inovação tecnológica – trata-se de um contributo para um sistema financeiro mais transparente e acessível. É assim que nos afirmamos: inovando com impacto social”.
Esta ferramenta representa uma “nova forma de inovar com propósito”: é uma ferramenta digital que se integra no quotidiano das pessoas, nos seus navegadores, para simplificar a linguagem financeira em tempo real. Além disso, reforça a ligação com o Contas Connosco, a plataforma da Cofidis de literacia financeira, direcionando os utilizadores para conteúdos mais profundos e explicações detalhadas.
“Acreditamos que esta articulação entre ferramentas digitais e conteúdos educativos é a chave para criar impacto duradouro”, comenta, adiantando que o foco permanecerá o mesmo: usar a digitalização para promover inclusão financeira e literacia, com soluções simples, acessíveis e úteis. “Cada passo que damos é avaliado pela sua utilidade concreta e pelo seu contributo para a nossa estratégia de impacto social. A digitalização é, para nós, um meio para capacitar as pessoas – nunca um fim em si mesmo”.
Pavlina Borovkova constata que ainda existem assimetrias “relevantes” em matéria da digitalização entre grandes e pequenas empresas nacionais. Reconhece que as grandes empresas têm maior capacidade de investimento e acesso a talento, o que acelera os seus processos de transformação. Observa, no entanto, que há cada vez mais pequenas empresas a adotar soluções digitais “inteligentes e acessíveis”, muitas vezes com maior agilidade e foco no Cliente. O desafio, nota, é criar um ecossistema que reduza barreiras à entrada – nomeadamente em termos de literacia, regulamentação e financiamento. “A Cofidis acredita que tem um papel ativo neste movimento, ajudando a democratizar o acesso à informação e às ferramentas, como faz agora com a Cofidis Traduz”, prossegue.
A diretora Financeira e Jurídica da Cofidis Portugal identifica três tendências predominantes “incontornáveis” em termos de digitalização: a personalização em escala, impulsionada por dados; a integração entre canais, para garantir uma experiência fluida; e a valorização crescente da literacia digital e financeira. “Os consumidores exigem soluções que se adaptem ao seu contexto e que os ajudem a decidir com confiança. O digital, quando bem utilizado, pode ser um grande equalizador – e é aí que vemos a nossa responsabilidade e o nosso papel”, remata.
Ultrapassar desafios
Manter o foco humano no meio da automatização é um dos grandes desafios da digitalização, segundo a diretora Financeira e Jurídica da Cofidis Portugal. Pavlina Borovkova alerta que a tentação de seguir a tecnologia pela tecnologia pode afastar as marcas daquilo que realmente importa: criar valor para as pessoas. E aponta outro desafio: garantir a acessibilidade e a inclusão. “Nem todos têm o mesmo nível de literacia digital, financeira ou técnica”, observa.
“A nossa resposta passa por coconstruir soluções com os nossos Colaboradores e Clientes, testar em ambientes reais e manter a clareza e a empatia como princípios fundamentais”, adianta. A resposta não pode ser, porém, só digital. Razão pela qual, na Cofidis, se complementa este esforço com iniciativas presenciais e educativas, como as ações nas escolas com a Junior Achievement Portugal, e os módulos formativos da Escola das Finanças, em parceria com a Magma Studio. “Estas iniciativas, mais humanas e relacionais, mostram que a tecnologia é apenas uma parte da solução. A outra parte é o compromisso contínuo com uma sociedade mais informada, mais justa e mais preparada”.
Melhorar a interação
Num mundo de possibilidades em matéria de plataformas, a Cofidis seleciona com base em três critérios principais: adequação ao objetivo da marca, perfil do público e potencial de personalização. “Não estamos em todas as plataformas, estamos nas que nos permitem reforçar a nossa proposta de valor – com relevância e coerência”, explica Pavlina Borovkova, adiantando que avaliam sempre o retorno em termos de relação. “Não nos interessa apenas o alcance, mas o tipo de interação que conseguimos gerar”, revela.
No target certo
Determinante para uma estratégia digital bem conseguida é alcançar o target pretendido. Segundo Pavlina Borovkova, em primeiro lugar, é essencial compreender profundamente os comportamentos e necessidades dos utilizadores. “A literacia digital e a literacia financeira estão ambas em níveis desiguais na população, o que exige soluções intuitivas, com valor claro e aplicabilidade imediata”, afirma.
Em segundo lugar, a confiança: “O digital só é eficaz quando está ancorado numa relação sólida e transparente, que a Cofidis constrói há quase 30 anos”. Por fim, a utilidade: o digital tem de resolver um problema concreto ou facilitar a vida das pessoas – “e é essa a referência que usamos sempre que desenhamos uma nova solução”.


