Eis a questão e, neste caso, a reflexão da diretora de Corporate Affairs, Marketing & Communications da KPMG Portugal, Isabel Brito. “Não existe desafio mais interessante do que a reinvenção das marcas ao longo dos anos, décadas ou até séculos. Acompanhando a evolução das sociedades, as suas necessidades, e procurando cumprir as suas expectativas, deixam o desafio aos profissionais de Marketing e Comunicação de ser inovadores e criadores de tendências”, comenta, partilhando quatro insights com tónica mais voltada para as marcas e menos pessoal.
1. Proteger e valorizar o legado
Muito se fala hoje em dia da importância das empresas e o seu papel (propósito) na sociedade, mas o que é verdadeiramente relevante é a história das pessoas que deram vida a essa marca e empresa; já agora valorizando o papel e contributo de todas as gerações.
2. Primar pela abertura e transparência
É um tema se calhar demasiadamente referido. Mas há 30 anos que considero crítico para qualquer processo de reinvenção: pessoal ou de marcas. Só com essa abertura e verdadeiro envolvimento para ouvir todos os stakeholders relevantes, poderemos realmente “fazer diferente, fazendo a diferença”.
3. Manter o espírito aberto
Com a idade, as marcas e pessoas vão perdendo o interesse e o gosto pela reinvenção. Qualquer uma delas só terá sucesso se “viver a aprender” – e isso é o verdadeiro mote de vida.
4. “Experimentar sem medo”
A inovação é um processo de teste/erro, por isso, só com coragem (e muita resiliência) conseguimos o verdadeiro output da reinvenção. Ao acreditar no que é possível, apostar no verdadeiramente crítico e gerir as nossas vulnerabilidades, sempre aprendendo com os “bastidores e testes falhados”, vamos crescer e mudar.
Isabel Brito, diretora de Corporate Affairs, Marketing & Communications da KPMG Portugal


