De acordo com o Financial Times, pelo menos três agências de publicidade foram abordadas pela plataforma de vídeo no sentido de receberem a verba proposta.
“Quando alguém viola repetidamente a nossa política de publicidade nós terminamos a conta, atribuímos um crédito aos anunciantes e não exibimos o conteúdo”, comentou um porta-voz do YouTube.
A plataforma da Google anunciou recentemente um pacote de medidas para combater os conteúdos extremistas.

