Cubanas quer ter lojas próprias nas principais capitais

Cubanas quer abrir lojas próprias nas principais capitais

Esta é a ambição da marca de calçado made in Portugal, indissociável de um outro objetivo: aumentar a notoriedade a nível internacional. Ao Briefing, o diretor da Cubanas, António Marques, explica a razão de ser do sucesso da marca.

 

Briefing | Cubanas é uma marca Made in Portugal, com um nome que remete para outra geografia. Foi intencional?
António Marques | O nome Cubanas foi baseado nas Ilhas de Cuba e nos ícones culturais sociais e geográficos que lhes estão associados, nomeadamente a alegria, a música, o sol, a cor da terra, o céu, o mar que relacionamos com o sapato como fonte de desejo.

Briefing | Que balanço faz destes seis anos?
AM | O balanço é muito positivo. Além da abertura da primeira loja conceito em Lisboa (Chiado) que comemorou recentemente o seu 1º aniversário, e em Beirute no ano passado, a Cubanas está presente em várias lojas multimarca a nível nacional e a nível internacional em mais de 15 países. A marca está presente também em várias lojas online como a Made In, Amazon, Zalando, Spartoo entre outras. A equipa tem crescido e o volume de vendas acompanha o crescimento exponencial da marca quer pela abertura das duas lojas próprias como a sua procura por lojas multimarca. Estes seis anos foram repletos de entusiasmo, dedicação e empenho que se está a refletir na procura e na satisfação dos nossos clientes.

Briefing | Como se faz crescer uma marca como a Cubanas?
AM | O crescimento da marca Cubanas deve-se ao facto de colocarmos o foco da nossa estratégia no cliente. Desde o processo criativo até à seleção dos materiais o nosso objetivo é surpreender e satisfazer os brand lovers Cubanas, intensificando a sua relação com a marca. Além disto o facto de termos equipas motivadas que trabalham com energia e positivismo só traz resultados positivos de crescimento da marca e satisfação do cliente.

Briefing | Qual a estratégia de comunicação? Que mensagens e que meios privilegiam?
AM | A nossa estratégia de comunicação privilegia o relacionamento com o cliente, fashion advisers, editores de moda e bloggers. No nosso segmento a expressão ‘A imagem vale mais do que mil palavras’ é aplicada a 100%. A nossa comunicação é suportada a 90% pela imagem pelo que privilegiamos os meios que nos possibilitam a comunicação visual dos nossos produtos, dos looks, dos estilos e das tendências. Neste sentido privilegiamos as redes sociais, a imprensa escrita e online e blogues.

Briefing | Como se relacionam com os consumidores no digital, nomeadamente nas redes sociais?
AM | Temos uma comunidade de mais de 41 mil seguidores no Facebook, o que torna esta rede social decisiva na estratégia online e portanto a rede social em que investimos mais tempo e recursos. Temos um relacionamento diário com os nossos seguidores no Facebook através de posts, novidades exclusivas, notícias e passatempos e temos uma taxa de resposta de quase 100% a todas as questões colocadas no Facebook. A par do Facebook estamos presentes também no Instagram, Pinterest e Twitter. Estamos muito atentos ao comportamento do consumidor do digital e estamos constantemente a monitorizar e acompanhar o que é dito sobre a marca e o que o nosso consumidor procura e privilegia.

Briefing | E em matéria de patrocínios?
AM | Preferimos falar de uma política de parcerias com bloggers, fashion advisers, marcas, fotógrafos, produtores de moda e programas televisivos sobre moda e lifestyle. Neste momento o nosso investimento está mais relacionado com parcerias e passatempos que desenvolvemos em conjunto com os opinion makers.

Briefing | Qual a aposta em termos de mercados?
AM | Para o futuro temos planeada a abertura de lojas Cubanas nas principais capitais. Além do crescimento em número de lojas queremos aumentar o nível de notoriedade e confiança na marca Cubanas através da distinção da marca a nível internacional, como é o caso da atribuição do prémio GAPI, pelo segundo ano consecutivo  no segmento de Design e Inovação em Sapatos de Senhora na feira internacional de Düsseldorf na Alemanha.

Fonte: Briefing

Segunda-feira, 11 Fevereiro 2013 12:16


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