Trata-se de uma série limitada de Dom Pérignon 2003 e Rosé 2003 intitulada “o poder da criação” e que o próprio realizador descreveu como “profunda, rica e alucinatória”. O resultado são garrafas com uma luminescência meio fantasmagórica, clássicas mas não demasiado óbvias.
No site da marca de champanhes pode ler-se que “Os mundos de Dom Pérignon e David Lynch têm muitos pontos em comum: mistério, intensidade, compromisso, a constante reinvenção do próprio e, acima de tudo, a crença absoluta no poder da criação”.
O realizador trabalhou na Califórnia num estudo transformado em sala escura, onde passou dois dias “mergulhado” na tradicional garrafa de Dom Pérignon. “Deixando a sua imaginação voar, inventou histórias, criou cenários, conduziu uma série de experiências e tirou fotos, muitas fotos”, descreve o site. Dessas imagens selecionou o design das duas garrafas.
Fonte: Applied Arts e Dom Pérignon

