“Independentemente do que vier a ser decidido no futuro, pelo investidor que comprar o Económico, consideramos que temos de preservar e reforçar a nossa atual base de assinantes digitais. A recente suspensão da edição em papel apenas acelerou este processo de aposta crescente no digital, de mudança de paradigma, que será, em nossa opinião, inevitável para a maioria dos jornais”, sustentam ao Briefing Filipe Alves e Mónica Silvares, deixando uma palavra de apreço à colaboração da equipa.
É, pois, “uma opção estratégica”, que está presente também na decisão de integrar equipas – com o ETV e a redação do jornal praticamente integrados: “O objetivo é preparar o Económico para o futuro, devolvendo lhe a sustentabilidade que lhe tem faltado. Sem prejuízo, como disse, de voltarmos a ter uma edição em papel. Uma coisa não impede a outra, antes pelo contrário”.
Para já, a meta é manter a atual base de assinantes online, mas também conquistar novos leitores. E entre eles os da extinta edição em papel.
Esta edição online premium conviverá com o Económico à Uma, sendo objetivo da direção reforça-lo a nível de conteúdos, no entendimento de que “é um projeto pioneiro no seu segmento que merece ser acarinhado”.


