O projeto é inspirado em conceitos similares, com sucesso, nos Estados Unidos, Canadá e outros países onde o consumidor tem a palavra final sobre a satisfação com marcas e foi adaptado por completo à realidade portuguesa, propondo-se avaliar marcas (através dos seus produtos e serviços em todas as áreas – seguros, puericultura, banca, ginásios, festivais de música de verão, hipermercados, entre muitos outros).
A metodologia é completamente focada no consumidor e assenta em duas fases. No primeiro momento, os consumidores são questionados, por empresas especializadas, relativamente ao que privilegiam no momento de compra, em cada uma das áreas, excetuando sempre o preço, a marca e fatores que sejam condicionadores da necessidade da compra, por exemplo a proximidade de um super ou hipermercado. Pretende-se assim ir direto aos fatores de satisfação e eliminar os económicos e de notoriedade das marcas.
Num segundo momento, são definidas e aplicadas as metodologias de avaliação mais apropriadas (experimentação de produtos, cliente mistério, inquéritos, entre outros). O objetivo global é perceber o que o consumidor valoriza quando compra, o que o mais satisfaz e qual a sua intenção de compra face à satisfação gerada, encontrando o índice de satisfação e aceitabilidade de cada segmento.
O projeto envolveu a avaliação de mais de 200 marcas, com mais de 17 mil e 300 avaliações efetuadas por consumidores pelas mais diferentes metodologias (cliente mistério, organolépticas, home test, call center, entre outras).
Fonte: Escolha do Consumidor

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