Segundo a empresa, o rebranding surge na sequência da maturidade alcançada pelo projeto e da evolução qualitativa dos vinhos produzidos nos últimos anos. A nova identidade procura transmitir uma imagem mais contemporânea e sofisticada, mantendo a ligação ao território e à autenticidade associada à Comporta.
“Este novo posicionamento representa uma evolução natural da Herdade da Comporta e daquilo que queremos afirmar enquanto projeto vínico. Procurámos construir uma marca mais contemporânea, sofisticada e alinhada com a qualidade dos vinhos que hoje produzimos, sem perder a autenticidade e a ligação profunda ao território que sempre nos definiu”, destaca o diretor da Adega da Herdade da Comporta, José Oliveira.
A reformulação inclui também uma reorganização do portefólio, agora estruturado em quatro gamas principais. A “Nativo” reúne vinhos de perfil mais expressivo e ligados à gastronomia; a “Brisa Bay” aposta numa proposta mais leve e descontraída; a “Experimentalista/Monovarietais” dá espaço a edições limitadas e projetos de experimentação enológica; e a “Microterroir” concentra as referências que procuram expressar de forma mais fiel as características do território da Comporta.
Os enólogos Renata Madeira e Jorge Rosa Santos sublinham que “o novo portefólio traduz diferentes interpretações do microterroir da Comporta, através de gamas pensadas para diferentes momentos de consumo e perfis de consumidor”. Todas as propostas – acrescentam – refletem a “frescura, elegância, salinidade e pureza aromática características deste território”, resultado da proximidade ao oceano, dos solos arenosos e de uma abordagem enológica “cada vez mais precisa e diferenciadora”.
Carolina Neves


