Assim, entre os diários, o Correio da Manhã continua na liderança, com uma circulação total paga de 89.338 exemplares, se bem que, na comparação com o mesmo período de 2016, a circulação impressa paga tenha caído 12% e a circulação digital paga tenha sofrido uma descida maior, de 25%.
Esta quebra da circulação digital é a exceção entre os diários generalistas. Assim, o Jornal de Notícias registou uma subida de 21% nas assinaturas online, mas uma quebra de 8% na circulação impressa paga. Somando os dois formatos, a circulação total paga é de 50295, o que coloca o diário da Global Media em segundo.
Em terceiro entre os generalistas está o Público: a circulação total paga situa-se nos 31.172, com o papel a cair 5% mas o digital a subir 15%, com uma aproximação clara entre as vendas da edição impressa e as da edição digital.
O quarto lugar é do Diário de Notícias, com uma circulação total paga de 14050. No digital, as assinaturas subiram 12%, mas no impresso registou-se uma quebra de 13%.
Já o Expresso apresenta uma descida de 5% na circulação impressa paga, mas uma subida de 24% na edição digital. É, aliás, o jornal com mais assinaturas digitais. E, somando as duas modalidades, ocupa o primeiro lugar entre a imprensa generalista.

